Profilaxia de Pré-eclâmpsia: Uso de AAS e Doppler Uterino

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Carolina, 31 anos, primigesta, comparece à consulta de pré-natal para avaliação de exames realizados com 12 semanas e 5 dias de gestação. Ela não apresenta comorbidades prévias, possui IMC de 24 kg/m² e nega tabagismo. O relatório da ultrassonografia morfológica do primeiro trimestre descreve: feto único com CCN (comprimento cabeça-nádega) de 64 mm, frequência cardíaca fetal de 155 bpm, translucência nucal de 1,6 mm (abaixo do percentil 95) e osso nasal presente. O Doppler das artérias uterinas revelou um Índice de Pulsatilidade (IP) médio de 2,6 (acima do percentil 95 para a idade gestacional). A pressão arterial média (PAM) da paciente, aferida rigorosamente conforme protocolo, foi de 92 mmHg. Com base no rastreamento combinado do primeiro trimestre e nos achados descritos, a conduta mais adequada é:

Alternativas

  1. A) Prescrever Ácido Acetilsalicílico (AAS) na dose de 150 mg por dia, por via oral, preferencialmente à noite, até a 36ª semana.
  2. B) Aguardar a ultrassonografia morfológica do segundo trimestre para reavaliar a persistência de incisura protodiastólica bilateral.
  3. C) Manter apenas a rotina de pré-natal de baixo risco, visto que os marcadores de aneuploidias estão normais.
  4. D) Iniciar Enoxaparina 40 mg por dia, via subcutânea, devido ao alto risco de insuficiência placentária e restrição de crescimento.

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