HFCF - Hospital Federal Cardoso Fontes (RJ) — Prova 2015
Uma mulher de 18 anos é atendida no pronto-socorro, vítima de estupro, ocorreu ejaculação vaginal, além de outras medidas, a administração de uma associação de antibióticos é recomendada, neste caso a mais efetiva para tratar DST é:
Estupro → profilaxia DST: Ceftriaxona + Azitromicina + Metronidazol.
A profilaxia pós-exposição sexual para DSTs após estupro deve cobrir os principais patógenos: Neisseria gonorrhoeae (ceftriaxona), Chlamydia trachomatis (azitromicina) e Trichomonas vaginalis (metronidazol), além de considerar profilaxia para HIV e hepatite B.
A violência sexual é uma emergência médica e psicossocial que exige uma abordagem multidisciplinar e rápida. A profilaxia pós-exposição (PEP) para infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) é um componente crítico do manejo, visando prevenir a aquisição de doenças como gonorreia, clamídia, tricomoníase, sífilis, HIV e hepatite B. A janela de tempo para a eficácia da PEP é limitada, tornando a intervenção precoce fundamental. A escolha dos antibióticos deve ser baseada na prevalência das ISTs na população e na eficácia comprovada. A combinação de ceftriaxona, azitromicina e metronidazol é amplamente recomendada por diretrizes nacionais e internacionais, cobrindo os agentes etiológicos mais comuns. A ceftriaxona trata a gonorreia, a azitromicina a clamídia e o metronidazol a tricomoníase. É importante lembrar que a profilaxia para HIV e hepatite B, bem como a contracepção de emergência, também devem ser oferecidas. O manejo de vítimas de violência sexual vai além da profilaxia medicamentosa, incluindo a coleta de evidências forenses (se aplicável e consentido), tratamento de lesões físicas, avaliação de risco de gravidez e ISTs, e suporte psicológico e social. A abordagem deve ser empática, centrada na vítima e respeitar sua autonomia, garantindo acesso a todos os recursos necessários para sua recuperação física e mental.
Os principais patógenos a serem cobertos são Neisseria gonorrhoeae, Chlamydia trachomatis e Trichomonas vaginalis, além de considerar a profilaxia para sífilis, HIV e hepatite B.
Essa combinação oferece cobertura ampla para as DSTs bacterianas e parasitárias mais comuns: ceftriaxona para gonorreia, azitromicina para clamídia e metronidazol para tricomoníase.
Além da profilaxia de DSTs, são cruciais a profilaxia para HIV e hepatite B, contracepção de emergência, avaliação e tratamento de lesões, e suporte psicossocial à vítima.
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