Raiva Humana: Profilaxia Pós-Exposição e Esquema Vacinal Atual
Unioeste/HUOP - Hospital Universitário do Oeste do Paraná - Cascavel (PR) — Prova 2018
Enunciado
A raiva humana e a exposição a animais com potencial de transmitir raiva são agravos de notificação compulsória. Com relação às mais recentes orientações de profilaxia na raiva humana pós-exposição, assinale a CORRETA.
Alternativas
A) Acidentes leves são ferimentos superficiais, pouco extensos, em tronco e membros (exceto mãos e pés), não se incluem lambeduras.
B) Acidentes graves são ferimentos na cabeça, face, pescoço, mãos e pés; profundos, múltiplos ou extensos em qualquer região do corpo; lambeduras de lesões e mucosas.
C) O esquema de profilaxia com vacina de raiva inativada, quando indicado, é composto de quatro doses nos dias zero, três, sete e quatorze, via intramuscular, e não se deve aplicar no glúteo.
D) O soro antirrábico deve ser administrado o quanto antes, infiltrado no local da lesão, porém, se não foi possível administrar toda a dose, o restante pode ser intramuscular, excluindo-se a região glútea. O prazo máximo para aplicação é de 10 dias após a aplicação da primeira dose da vacina.
E) Acidentes ocorridos com cães ou gatos conhecidos, que vivem exclusivamente dentro de domicílio, mesmo que não tenham contato com outros animais, devem seguir a profilaxia de forma rígida devido à gravidade da doença em humanos.
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