UERN - Universidade do Estado do Rio Grande do Norte — Prova 2020
De acordo com Norma Técnica, MS 2013 “Prevenção e tratamento dos agravos resultantes da violência sexual contra mulheres e adolescentes” PODEMOS AFIRMAR
Violência sexual: PEP antirretroviral indicada em até 72h pós-penetração vaginal/anal.
A quimioprofilaxia antirretroviral (PEP) é crucial para prevenir a infecção por HIV após violência sexual, sendo mais eficaz quando iniciada nas primeiras 72 horas. O protocolo do Ministério da Saúde orienta essa conduta para reduzir o risco de transmissão.
A violência sexual é um grave problema de saúde pública, com impactos físicos e psicossociais devastadores. A Norma Técnica do Ministério da Saúde de 2013 estabelece diretrizes claras para o atendimento integral a mulheres e adolescentes vítimas, visando a prevenção de agravos como gravidez indesejada e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). É fundamental que profissionais de saúde estejam aptos a oferecer um acolhimento humanizado e as intervenções profiláticas adequadas. O atendimento deve ser realizado em até 72 horas após o evento para maximizar a eficácia das profilaxias. Isso inclui a avaliação de risco de gravidez e ISTs, a oferta de contracepção de emergência, a imunoprofilaxia para hepatite B e tétano, e a quimioprofilaxia para ISTs e HIV. A profilaxia antirretroviral (PEP) para HIV é um componente crítico, indicada em casos de penetração vaginal e/ou anal, e sua eficácia diminui significativamente após as 72 horas. O prognóstico das vítimas de violência sexual é melhorado com a intervenção precoce e o acompanhamento multidisciplinar. Além das medidas profiláticas, o suporte psicológico e social é essencial para a recuperação. A notificação compulsória dos casos é uma ferramenta importante para a vigilância epidemiológica e a formulação de políticas públicas de prevenção.
A profilaxia antirretroviral (PEP) deve ser iniciada o mais rápido possível, preferencialmente nas primeiras 2 horas e, no máximo, em até 72 horas após a violência sexual para ser eficaz.
Os principais riscos incluem gravidez indesejada, infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) como HIV, sífilis, gonorreia, clamídia, hepatite B, e traumas físicos e psicológicos.
Sim, a imunoprofilaxia para hepatite B, com vacina e/ou imunoglobulina, é indicada em casos de violência sexual, especialmente se a vítima não for previamente imunizada ou tiver status desconhecido.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo