FMJ - Faculdade de Medicina de Jundiaí - Hospital Universitário (SP) — Prova 2025
Um estudante de medicina acidentalmente perfurou o seu dedo com uma agulha contaminada enquanto realizava um procedimento em um paciente com HIV. Após comunicar o acidente ao serviço de saúde ocupacional, ele foi encaminhado para a avaliação de profilaxia pós‑exposição (PEP). Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa correta, conforme os critérios atuais para a profilaxia pós‑exposição ao HIV.
PEP HIV: iniciar preferencialmente <2h, máximo 72h pós-exposição; terapia tripla por 28 dias.
A profilaxia pós-exposição (PEP) ao HIV é uma medida de urgência que deve ser iniciada o mais rápido possível, idealmente nas primeiras 2 horas e no máximo até 72 horas após a exposição, para maximizar sua eficácia na prevenção da infecção.
A profilaxia pós-exposição (PEP) ao HIV é uma intervenção crucial para prevenir a infecção após uma exposição de risco, seja ocupacional (profissionais de saúde) ou não ocupacional (sexual, uso de drogas injetáveis). A rapidez no início da PEP é o fator mais determinante para sua eficácia, sendo considerada uma emergência médica. O protocolo atual recomenda o início da terapia antirretroviral tripla o mais breve possível, preferencialmente nas primeiras 2 horas e, no máximo, até 72 horas após a exposição. A duração do tratamento é de 28 dias. A decisão de iniciar a PEP baseia-se na avaliação do risco de transmissão e no status sorológico do paciente-fonte e do exposto. O acompanhamento após a PEP inclui testes sorológicos para HIV em intervalos específicos (30, 60, 90 dias e, em alguns casos, 6 meses) e monitoramento de efeitos adversos dos antirretrovirais. A educação sobre prevenção e o acesso rápido aos serviços de saúde ocupacional são fundamentais para o manejo adequado dessas situações.
A PEP deve ser iniciada o mais rápido possível, idealmente nas primeiras 2 horas, e no máximo até 72 horas após a exposição. Após 72 horas, a eficácia é considerada desprezível.
A terapia antirretroviral tripla é administrada por um período de 28 dias para a profilaxia pós-exposição ao HIV, conforme os protocolos atuais.
O acompanhamento sorológico para HIV deve ser realizado em 30, 60 e 90 dias após a exposição, e em 6 meses em casos de exposição a fonte de risco desconhecido ou alta, para monitorar a soroconversão.
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