UFPA/HUJBB - Hospital Universitário João de Barros Barreto - Belém (PA) — Prova 2015
Todos os recém-nascidos de mulheres infectadas pelo HIV devem receber profilaxia com ARV. A quimioprofilaxia com AZT deverá ser administrada, de preferência, imediatamente após o nascimento (nas 4 primeiras horas de vida) e de acordo com as novas recomendações do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Manejo da Infecção pelo HIV em Crianças e Adolescentes: Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais 2014 quando a mãe utilizou ARV no prénatal e periparto, com carga viral documentada <1.000 cp/mL no 3º trimestre em:
RN exposto HIV (mãe ARV, CV < 1000) ≥ 35 sem: AZT 4mg/kg/dose 12/12h por 4 semanas.
A profilaxia com AZT para recém-nascidos expostos ao HIV, cuja mãe utilizou ARV e tinha carga viral controlada (<1.000 cópias/mL), é crucial para prevenir a transmissão vertical, com dosagem e duração específicas para RN a termo ou próximo do termo.
A prevenção da transmissão vertical do HIV é uma prioridade em saúde pública, e o manejo adequado do recém-nascido exposto ao HIV é fundamental. Todos os recém-nascidos de mães HIV-positivas devem receber quimioprofilaxia antirretroviral (ARV), idealmente nas primeiras quatro horas de vida, para reduzir o risco de infecção. O esquema de profilaxia varia conforme a situação clínica da mãe e do bebê. As diretrizes do Ministério da Saúde (como o PCDT de 2014, citado na questão) estabelecem protocolos claros. Para recém-nascidos com 35 semanas de idade gestacional ou mais, de mães que utilizaram ARV no pré-natal e periparto e apresentavam carga viral documentada <1.000 cópias/mL no 3º trimestre, a profilaxia recomendada é com AZT (zidovudina) na dose de 4mg/kg/dose, de 12 em 12 horas, por 4 semanas. É crucial que residentes e profissionais de saúde estejam atualizados com esses protocolos, pois a adesão rigorosa às recomendações de profilaxia e o acompanhamento do recém-nascido exposto ao HIV são determinantes para a redução da transmissão vertical e para garantir um futuro saudável para essas crianças. O monitoramento da carga viral materna é um pilar essencial para guiar a conduta.
A profilaxia com AZT deve ser iniciada o mais precocemente possível, preferencialmente nas primeiras 4 horas de vida, para maximizar sua eficácia na prevenção da transmissão vertical.
Os fatores incluem a carga viral materna no terceiro trimestre, o uso de terapia antirretroviral durante a gestação e parto, e a idade gestacional do recém-nascido.
A carga viral materna é um dos principais preditores de transmissão vertical. Cargas virais indetectáveis ou muito baixas (<1.000 cópias/mL) permitem um esquema de profilaxia mais simplificado para o RN.
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