GBS Positivo em Trabalho de Parto Prematuro: Conduta

USP/HCRP - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2017

Enunciado

Multigesta, 37 anos, com gestação gemelar dicoriônica de 35 semanas, procurou atendimento médico com queixa de contrações uterinas há 4 horas. Refere perda de tampão mucoso e boa movimentação dos fetos. Sem outras queixas. Fez pré-natal sem intercorrências até o momento. Não fez uso da corticoindução prescrita no último retorno, por não ter encontrado betametasona na Unidade Básica de Saúde. Tem uma urocultura positiva para Estreptococcus agalactiae (> 100.000 UFC). Exames ecográficos obstétricos normais. Exame físico geral e sinais vitais maternos normais, altura uterina de 38 cm, atividade uterina de 2 contrações moderadas de 40 segundos em 10 minutos, boa vitalidade dos fetos e colo médio, centrado, dilatado 3 cm, primeiro gemelar cefálico, com bolsão palpável. Qual é a alternativa adequada na assistência dessa paciente?

Alternativas

  1. A) Administrar sulfato de magnésio endovenoso para neuroproteção dos fetos enquanto presta assistência ao trabalho de parto.
  2. B) Conduzir o trabalho de parto, administrando penicilina cristalina para profilaxia da sepse neonatal pelo Estreptococo do grupo B. 
  3. C) Prescrever atosibana para inibição do trabalho de parto e administrar corticoide para estimular a maturação pulmonar fetal.
  4. D) Promover hidratação endovenosa rápida com soro fisiológico 0.9% e iniciar tratamento da infecção urinaria com cefuroxima endovenosa. 

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo