Profilaxia Antitetânica e Vacinação dTpa na Gestação

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Paciente de 31 anos, gestante com idade gestacional de 24 semanas, G3P2 (dois partos vaginais prévios, o último há 4 anos), comparece à Unidade Básica de Saúde após sofrer um ferimento profundo e contaminado com terra em membro inferior direito enquanto realizava jardinagem. Ao analisar o cartão vacinal, observa-se que a paciente completou o esquema básico de 3 doses de dT (dupla bacteriana) na adolescência e recebeu um reforço há exatos 6 anos, ocasião em que também recebeu a vacina dTpa em sua última gestação. No momento, a paciente apresenta-se clinicamente estável, com o ferimento devidamente limpo e debridado. Com base no calendário nacional de vacinação e nos protocolos de profilaxia de ferimentos, a conduta vacinal mais adequada é:

Alternativas

  1. A) Realizar apenas a limpeza do ferimento e prescrever imunoglobulina antitetânica (IgAT), postergando a vacina dTpa para o puerpério imediato devido ao risco gestacional.
  2. B) Não há indicação de vacinação imediata para o ferimento, devendo-se aguardar a 34ª semana de gestação para administrar a dose de dTpa recomendada para a gestante.
  3. C) Administrar uma dose da vacina dT (dupla bacteriana) agora para o ferimento e agendar a dTpa para ser realizada após a 28ª semana de gestação.
  4. D) Administrar uma dose da vacina dTpa imediatamente, visando tanto a profilaxia antitetânica do ferimento quanto a proteção neonatal contra a coqueluche.

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