UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2023
O esquema antimicrobiano recomendado para ser usado profilaticamente nas cirurgias gastroduodenais e do intestino delgado não obstruído é:
Profilaxia cirúrgica gastroduodenal/intestino delgado não obstruído → Cefazolina (cobre Gram+ e alguns Gram-).
A cefazolina é a escolha primária para profilaxia em muitas cirurgias abdominais, incluindo gastroduodenais e de intestino delgado não obstruído, devido ao seu espectro de ação contra bactérias Gram-positivas da pele e Gram-negativas entéricas comuns, com boa penetração tecidual e baixo custo.
A profilaxia antibiótica cirúrgica é uma medida fundamental para prevenir infecções do sítio cirúrgico (ISC), uma das complicações mais comuns e custosas em cirurgia. A escolha do antimicrobiano deve ser baseada no tipo de procedimento, nos patógenos mais prováveis e no perfil de resistência local. A administração deve ocorrer no período perioperatório, geralmente 30 a 60 minutos antes da incisão, para garantir níveis teciduais adequados. Para cirurgias gastroduodenais e do intestino delgado não obstruído, a cefazolina é amplamente recomendada. Este antibiótico, uma cefalosporina de primeira geração, possui excelente atividade contra bactérias Gram-positivas da pele e alguns Gram-negativos entéricos, que são os principais agentes etiológicos de ISCs nesses procedimentos. Sua eficácia, segurança e baixo custo a tornam a opção preferencial. É crucial que residentes compreendam os princípios da profilaxia antibiótica, incluindo a seleção do agente, o momento da administração e a duração, para otimizar os resultados cirúrgicos e minimizar o uso inadequado de antimicrobianos, contribuindo para a prevenção da resistência.
O objetivo é reduzir o risco de infecção do sítio cirúrgico (ISC), minimizando a carga bacteriana no campo operatório durante o procedimento. Isso é crucial para melhorar os desfechos pós-operatórios e reduzir morbidade.
A cefazolina é uma cefalosporina de primeira geração que oferece boa cobertura contra Staphylococcus aureus e Streptococcus spp., além de alguns Gram-negativos entéricos, que são os principais agentes etiológicos de ISCs nesses procedimentos. Sua eficácia, segurança e baixo custo a tornam a opção preferencial.
A escolha depende do tipo de cirurgia (limpa, limpa-contaminada, contaminada, infectada), do risco de contaminação, do perfil microbiológico esperado para o sítio cirúrgico e da prevalência de resistência antimicrobiana local. O momento da administração também é crucial.
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