HGNI - Hospital Geral de Nova Iguaçu (Hospital da Posse) (RJ) — Prova 2015
Os esquemas antibióticos de escolha e alternativos, para profilaxia peroperatória a se empregar em uma colecistectomia videolaparoscópica eletivas são:
Cefazolina é a escolha para profilaxia em colecistectomia videolaparoscópica; Gentamicina pode ser alternativa ou combinada.
A cefazolina é o antibiótico de escolha para profilaxia em colecistectomia videolaparoscópica eletiva, devido à sua eficácia contra bactérias Gram-positivas e boa penetração tecidual. A gentamicina, um aminoglicosídeo, pode ser considerada como parte de um esquema alternativo, especialmente em pacientes alérgicos a beta-lactâmicos ou em combinação para ampliar o espectro contra Gram-negativos, embora não seja a primeira escolha isolada.
A profilaxia antibiótica cirúrgica é uma medida fundamental para reduzir a incidência de infecções de sítio cirúrgico (ISC), uma das complicações mais comuns e onerosas em cirurgia. A colecistectomia videolaparoscópica eletiva é classificada como uma cirurgia limpa-contaminada, o que justifica a indicação de profilaxia antibiótica. A escolha do antibiótico ideal baseia-se no espectro de ação contra os microrganismos mais prováveis de causar infecção, no perfil de segurança do paciente e nas diretrizes institucionais. Para a colecistectomia eletiva, a cefazolina é amplamente reconhecida como o antibiótico de primeira escolha. Sendo uma cefalosporina de primeira geração, ela oferece excelente cobertura contra estafilococos e estreptococos, além de algumas enterobactérias, que são os patógenos mais frequentemente envolvidos em ISCs nesse contexto. A administração deve ocorrer dentro de 60 minutos antes da incisão cirúrgica para garantir níveis teciduais adequados durante o procedimento. Esquemas alternativos podem ser necessários em casos de alergia a beta-lactâmicos ou em situações de maior risco de infecção. A gentamicina, um aminoglicosídeo, possui um espectro de ação predominantemente contra bactérias Gram-negativas. Embora não seja a primeira escolha isolada para profilaxia em colecistectomia eletiva, pode ser utilizada em combinação com outros antibióticos (como metronidazol para cobertura anaeróbia) ou como parte de um regime alternativo para pacientes alérgicos à cefazolina. É crucial que residentes compreendam as indicações e a escolha correta dos antibióticos profiláticos para otimizar os resultados cirúrgicos e minimizar as complicações infecciosas.
O antibiótico de escolha para profilaxia em colecistectomia videolaparoscópica eletiva é a cefazolina. Ela é uma cefalosporina de primeira geração que oferece boa cobertura contra os patógenos mais comuns associados a infecções de sítio cirúrgico neste tipo de procedimento, principalmente bactérias Gram-positivas da pele e algumas Gram-negativas.
A gentamicina, um aminoglicosídeo, pode ser considerada como parte de um esquema alternativo, especialmente em pacientes com alergia a beta-lactâmicos (como a cefazolina) ou em situações de maior risco de infecção por Gram-negativos, onde pode ser combinada com outro agente para ampliar o espectro. No entanto, não é a primeira escolha isolada para profilaxia em colecistectomia eletiva de baixo risco.
O objetivo da profilaxia antibiótica cirúrgica é reduzir a incidência de infecções de sítio cirúrgico (ISC) através da administração de um antibiótico eficaz antes da incisão. O antibiótico deve atingir concentrações teciduais adequadas no momento da incisão e cobrir os patógenos mais prováveis de causar infecção no tipo de cirurgia realizada.
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