CBO Teórica 1 - Prova de Bases da Oftalmologia — Prova 2013
Um raio luminoso, ao atravessar um prisma, é desviado para a direita. Pode-se garantir, em relação ao prisma:
Luz atravessa prisma → Desvio sempre em direção à base; imagem desloca para o ápice.
A luz sofre refração ao entrar e sair de um prisma, sendo desviada para a parte mais espessa (base), enquanto o objeto parece deslocado para o ápice.
O estudo dos prismas é fundamental na oftalmologia para a compreensão da correção de desvios oculares. Um prisma é um meio transparente limitado por duas superfícies planas não paralelas. A capacidade de um prisma de desviar a luz é medida em dioptrias prismáticas, onde uma dioptria desvia a luz em 1 cm a uma distância de 1 metro. Na prática clínica, os prismas são utilizados tanto para diagnóstico (medida do ângulo de desvio no estrabismo) quanto para tratamento (prismas de Fresnel ou incorporados em lentes). Compreender que a luz 'foge' do ápice em direção à base é essencial para o posicionamento correto das lentes prismáticas na prescrição óptica.
A luz é sempre desviada em direção à base do prisma. Isso ocorre devido à geometria do prisma e à diferença de índice de refração entre o material do prisma e o meio externo (ar). Ao incidir nas faces inclinadas, o raio luminoso sofre refração que o inclina para a porção mais larga da estrutura.
Enquanto o raio luminoso físico é desviado para a base do prisma, o observador que olha através do prisma percebe a imagem do objeto deslocada em direção ao ápice. Esse fenômeno é a base para o uso de prismas no tratamento de estrabismos e distúrbios de motilidade ocular.
Se um raio luminoso é desviado para a direita, significa que a base do prisma está voltada para a direita. Consequentemente, o ápice (a ponta mais fina) deve estar voltado para o lado oposto, ou seja, para a esquerda.
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