UFMT/HUJM - Hospital Universitário Júlio Müller - Cuiabá (MT) — Prova 2016
Segundo a Lei n.° 8.080/1990, NÃO é princípio do SUS:
SUS = Universalidade, Integralidade, Equidade, Descentralização, Participação da Comunidade.
A Lei 8.080/1990 estabelece os princípios e diretrizes do SUS, que incluem universalidade, integralidade, equidade, descentralização e participação da comunidade. A centralização político-administrativa é o oposto do que o SUS preconiza.
A Lei nº 8.080/1990 é um marco fundamental para o Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, estabelecendo suas bases legais, princípios e diretrizes. Para residentes, o conhecimento desses pilares é essencial não apenas para provas, mas para a prática diária e compreensão do sistema de saúde. Os princípios doutrinários incluem a Universalidade (acesso à saúde para todos), a Integralidade (atenção completa, do preventivo ao curativo) e a Equidade (redução das desigualdades). Além dos princípios doutrinários, a lei estabelece diretrizes organizacionais cruciais. A Descentralização político-administrativa é um dos pilares, garantindo que a gestão e execução das ações de saúde sejam realizadas nas esferas estadual e municipal, com direção única em cada nível de governo. Isso contrasta diretamente com a centralização, que não é um princípio do SUS. Outras diretrizes importantes são a Regionalização e Hierarquização dos serviços e a Participação da Comunidade, que se manifesta através dos Conselhos e Conferências de Saúde, permitindo o controle social. Compreender esses princípios é vital para atuar de forma alinhada com os objetivos do SUS e para responder corretamente a questões que abordam a legislação da saúde pública.
Os princípios doutrinários são Universalidade (acesso a todos), Integralidade (atenção completa à saúde) e Equidade (tratar desigualmente os desiguais para reduzir iniquidades).
Os princípios organizacionais incluem a Descentralização político-administrativa (com direção única em cada esfera de governo), Regionalização e Hierarquização (organização dos serviços em níveis de complexidade) e Participação da Comunidade (controle social).
Significa a redistribuição de responsabilidades e recursos entre as esferas federal, estadual e municipal, visando aproximar a gestão dos serviços de saúde da população e garantir maior autonomia e eficiência na tomada de decisões locais.
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