FESP - Fundação Escola de Saúde Pública de Palmas (TO) — Prova 2017
É considerado princípio da Medicina de Família e Comunidade, EXCETO:
MFC: Atuação é intrinsecamente influenciada pela comunidade e focada na pessoa, não apenas na doença.
A Medicina de Família e Comunidade é uma especialidade que atua no contexto da comunidade, sendo fortemente influenciada por ela. O médico de família e comunidade é um clínico qualificado, recurso de uma população definida, e a relação médico-pessoa é central para sua prática.
A Medicina de Família e Comunidade (MFC) é uma especialidade médica que se destaca por sua abordagem abrangente e centrada na pessoa, atuando no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS). Seus princípios fundamentais guiam a prática clínica, visando a promoção da saúde, prevenção de doenças, tratamento e reabilitação, considerando o indivíduo em seu contexto familiar e comunitário. Um dos pilares da MFC é a compreensão de que a atuação do médico é intrinsecamente influenciada pela comunidade. O médico de família e comunidade não apenas trata doenças, mas também se engaja com os determinantes sociais da saúde, os recursos locais e as dinâmicas comunitárias para oferecer um cuidado mais efetivo e contextualizado. Ele é um recurso para uma população definida, responsável pela saúde dessa população. A relação médico-pessoa é outro princípio essencial, construída sobre a confiança, a comunicação efetiva e o respeito mútuo. Essa relação longitudinal permite ao médico conhecer profundamente seus pacientes e suas famílias ao longo do tempo, facilitando a tomada de decisões compartilhadas e a promoção de um cuidado integral e contínuo.
Os pilares incluem a atenção à pessoa, não apenas à doença; a longitudinalidade do cuidado; a integralidade; a coordenação do cuidado; a orientação familiar e comunitária; e a competência cultural.
A comunidade influencia a prática ao fornecer o contexto social, cultural e epidemiológico dos pacientes, permitindo ao médico compreender melhor os determinantes de saúde e adaptar as intervenções às necessidades locais.
A relação médico-pessoa é fundamental para estabelecer confiança, promover a adesão ao tratamento, facilitar a comunicação e garantir um cuidado contínuo e centrado nas necessidades e valores do paciente.
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