UNIRV - Universidade de Rio Verde (GO) — Prova 2021
Há diversos preceitos a serem seguidos por médicos e o Código de Ética Médica é a lei que regimenta as condutas dos profissionais da área. Sendo assim, ao se infringir qualquer artigo nele contido, há penalidades previstas. A Bioética é a interdisciplinaridade entre os princípios éticos que regem a vida quando essa é colocada em risco pela medicina ou pelas ciências. Não faz parte dos princípios bioéticos:
Os 4 princípios cardinais da bioética são Autonomia, Beneficência, Não-Maleficência e Justiça.
A 'Maleficência' não é um princípio bioético; o princípio correto é a 'Não-Maleficência', que impõe o dever de não causar dano intencionalmente ao paciente, sendo um dos pilares da ética médica.
A bioética é um campo de estudo multidisciplinar que aborda questões éticas levantadas pelos avanços da medicina e das ciências da vida. Seus princípios fornecem uma estrutura para a tomada de decisões morais em contextos clínicos e de pesquisa. Os quatro princípios cardinais, propostos por Beauchamp e Childress, são Autonomia, Beneficência, Não-Maleficência e Justiça, sendo a base para o Código de Ética Médica. O princípio da Autonomia enfatiza o respeito pela capacidade do indivíduo de tomar decisões sobre sua própria vida e saúde, exigindo o consentimento informado. A Beneficência refere-se à obrigação de agir em benefício do paciente, buscando o melhor resultado possível. A Não-Maleficência, por sua vez, é o dever de não causar dano, sendo o 'primum non nocere' (primeiro, não prejudicar) um preceito fundamental. O princípio da Justiça aborda a distribuição equitativa de recursos e benefícios na saúde, buscando equidade no acesso aos cuidados. É crucial que estudantes e profissionais de medicina compreendam esses princípios para navegar dilemas éticos complexos, garantindo uma prática médica humanizada e responsável, alinhada aos valores da sociedade e aos direitos dos pacientes.
Os quatro princípios fundamentais da bioética são Autonomia (respeito à decisão do paciente), Beneficência (agir para o bem do paciente), Não-Maleficência (não causar dano) e Justiça (distribuição equitativa de recursos e cuidados de saúde).
O princípio da Não-Maleficência impõe ao médico o dever de não causar dano intencionalmente ao paciente, priorizando a segurança e minimizando riscos em qualquer intervenção ou tratamento. É o 'primum non nocere'.
O princípio da Autonomia garante ao paciente o direito de tomar decisões informadas sobre seu próprio tratamento, incluindo aceitar ou recusar procedimentos, desde que seja capaz e consciente, e tenha recebido todas as informações relevantes.
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