Paula é uma estudante de 16 anos, que foi levada a emergência por conta de uma crise convulsiva. A acompanhante, tia de Paula, diz que não presenciou a crise, portanto não sabe informar o tipo ou a duração da crise. Além disso, a tia nega diagnóstico prévio de epilepsia, uso de medicações ou drogas pela jovem. No momento da avaliação, ela não está mais em crise, mas está dormindo profundamente, com sinais vitais estáveis e glicemia de 99 mg/dL. A melhor abordagem para ela nesse momento é:
Alternativas
A) Solicitar Tomografia de crânio, punção lombar, e solicitar hemograma.
B) Solicitar tomografia de crânio, e caso esteja normal, encaminhar para investigação ambulatorial com eletroencefalograma (EEG), e não prescrever anticonvulsivantes. C
C) Solicitar tomografia de crânio, e caso esteja normal, encaminhar para investigação ambulatorial com eletroencefalograma (EEG), e prescrever carbamazepina.
D) Internar, prescrever midazolam para a paciente, solicitar tomografia de crânio.
E) Nenhuma das alternativas.
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