SMS-SP - Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo — Prova 2024
De acordo com a Portaria no 2.979/2019, a qual instituiu o Programa Previne Brasil que estabelece novo modelo de financiamento de custeio da Atenção Primária à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde, o cálculo para a definição dos incentivos financeiros da capitação ponderada deverá considerar a população cadastrada na equipe de Saúde da Família (eSF) e equipe de Atenção Primária (eAP) no Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (SISAB), a vulnerabilidade socioeconômica da população cadastrada na eSF e na eAP, o perfil demográfico por faixa etária da população cadastrada na eSF e na eAP e a classificação geográfica definida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sendo atribuídos diferentes pesos por pessoa, a depender das características previstas nessa portaria. Acerca desse contexto, assinale a alternativa correta.
Previne Brasil: vulnerabilidade socioeconômica inclui Bolsa Família, BPC e benefício previdenciário ≤ 2 salários mínimos.
A Portaria nº 2.979/2019, que instituiu o Programa Previne Brasil, define critérios específicos para a capitação ponderada no financiamento da Atenção Primária à Saúde. O critério de vulnerabilidade socioeconômica é um dos pilares, abrangendo explicitamente beneficiários do Programa Bolsa Família, do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e aqueles com benefício previdenciário de até dois salários mínimos.
O Programa Previne Brasil, instituído pela Portaria nº 2.979/2019, representou uma mudança significativa no modelo de financiamento da Atenção Primária à Saúde (APS) no Sistema Único de Saúde (SUS). Seu objetivo é incentivar a melhoria da qualidade e o acesso aos serviços de APS, baseando o repasse de recursos em três pilares: capitação ponderada, pagamento por desempenho e incentivos para ações estratégicas. A capitação ponderada é um dos eixos centrais, que considera diversos fatores para definir o incentivo financeiro por pessoa cadastrada. Esses fatores incluem a população cadastrada nas equipes de Saúde da Família (eSF) e de Atenção Primária (eAP), o perfil demográfico por faixa etária, a classificação geográfica (rural-urbana) e, crucialmente, a vulnerabilidade socioeconômica da população. A atribuição de pesos diferenciados por pessoa visa direcionar mais recursos para áreas e populações com maiores desafios. Especificamente, o critério de vulnerabilidade socioeconômica é fundamental para garantir equidade no financiamento. Ele contempla pessoas cadastradas que são beneficiárias de programas sociais como o Programa Bolsa Família, do Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou que recebem benefício previdenciário com valor de até dois salários mínimos. Compreender esses critérios é essencial para gestores e profissionais de saúde que atuam na APS, pois impacta diretamente o planejamento e a execução das ações de saúde em suas comunidades.
O novo modelo de financiamento do Previne Brasil é composto por três eixos: capitação ponderada, pagamento por desempenho e incentivos para ações estratégicas, visando qualificar a Atenção Primária à Saúde.
A vulnerabilidade socioeconômica é um dos critérios que atribuem pesos diferenciados por pessoa cadastrada, garantindo maior incentivo financeiro para equipes que atendem populações com maiores necessidades sociais e de saúde.
O critério de vulnerabilidade socioeconômica contempla pessoas cadastradas que são beneficiárias do Programa Bolsa Família, do Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou que recebem benefício previdenciário no valor de até dois salários mínimos.
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