HOA - Hospital de Olhos de Aparecida de Goiânia (GO) — Prova 2025
É recomendado para orientação de que as pessoas com DM2:
DM2 em idosos → Treinos de equilíbrio e flexibilidade ↓ risco de quedas.
Para pacientes com Diabetes Mellitus tipo 2, especialmente idosos, a prática regular de exercícios que visam o equilíbrio e a flexibilidade é fundamental. Essa abordagem ajuda a prevenir quedas, um risco aumentado nessa população devido a fatores como neuropatia, sarcopenia e alterações visuais.
O Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) é uma doença crônica de alta prevalência, especialmente em idosos. Nesta população, as complicações do DM2, como neuropatia e retinopatia, aumentam significativamente o risco de quedas, impactando a qualidade de vida e a autonomia. A prevenção de quedas é um pilar fundamental no manejo do DM2 em idosos. A fisiopatologia do aumento do risco de quedas em DM2 envolve múltiplos fatores, incluindo a redução da força muscular (sarcopenia), diminuição da sensibilidade periférica devido à neuropatia, alterações visuais pela retinopatia e disfunções vestibulares. O diagnóstico do risco de quedas é clínico, através de testes funcionais e avaliação da história de quedas prévias. O tratamento e a prevenção de quedas em idosos com DM2 incluem o controle glicêmico, revisão de medicamentos, e, crucialmente, a prática de exercícios físicos específicos. Treinos de equilíbrio (como tai chi, exercícios com apoio unipodal) e flexibilidade (alongamentos) são essenciais para melhorar a coordenação, a mobilidade articular e a estabilidade postural, reduzindo efetivamente o risco de quedas e promovendo um envelhecimento mais saudável.
Idosos com DM2 apresentam maior risco de quedas devido a fatores como neuropatia periférica (que afeta a sensibilidade e o equilíbrio), retinopatia (comprometendo a visão), hipotensão ortostática, sarcopenia e polifarmácia.
Além de exercícios aeróbicos e de força, são altamente recomendados treinos específicos de equilíbrio (como tai chi, ficar em uma perna só) e flexibilidade (alongamentos), que melhoram a coordenação e a amplitude de movimento.
A neuropatia diabética periférica causa perda de sensibilidade nos pés e fraqueza muscular, comprometendo a propriocepção e a capacidade de manter o equilíbrio, aumentando significativamente o risco de quedas.
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