Prevenção de Pré-eclâmpsia: Uso de AAS em Gestantes de Risco

UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2024

Enunciado

Mulher de 19 anos, GIIIPIIA0 (partos vaginais), busca sua equipe de saúde da família por suspeita de gravidez. Não sabe relatar a data da última menstruação, mas afirma que está atrasada. Nega doenças crônicas, alergias, realização de cirurgias, uso regular de medicações, álcool, cigarro e outras drogas. Deixou de usar anticoncepcional oral há alguns meses por acreditar que estava contribuindo para seu ganho de peso (IMC = 32). Relata história de pré-eclâmpsia na última gestação. É realizado teste rápido de gravidez que confirma a gestação. Nessa primeira consulta, ela recebe seu cartão de gestante e pedidos de exames complementares, além de ter seu retorno agendado em quatro semanas. Considerando esse o quadro, deve-se indicar:

Alternativas

  1. A) ácido acetilsalicílico (AAS) na dose de 100mg/dia a partir da 12ª semana de gestação
  2. B) teste oral de tolerância à glicose a partir da 24ª semana, caso a glicemia de jejum esteja entre 92 e 125mg/dL, para investigar o diagnóstico de diabetes mellitus gestacional
  3. C) ultrassonografia, hemograma completo, glicemia de jejum, VDRL, sorologia para toxoplasmose, rubéola e citomegalovírus, além de testes rápidos para HIV, sífilis e hepatite B e C nessa primeira consulta
  4. D) um mínimo de sete consultas de pré-natal, com periodicidade mensal até 36 semanas, quinzenal até 38 semanas e semanal após a 38ª semana de gestação, de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo