A redução de desfechos graves de pré-eclâmpsia está na dependência de:
Alternativas
A) Avaliação do balanço angiogênico (PIGF) pré-concepcional.
B) USG doppler das artérias uterinas com 20 semanas.
C) Reposição de cálcio (principalmente em mulheres com baixa ingesta diária) e AAS em baixa dose (75 a 150 mg) em mulheres selecionadas com fatores de risco.
D) Controle hipotensor efetivo de pressão arterial, tendo como meta os níveis de normotensão.
E) Interrupção precoce de gestantes identificadas com fatores de risco.
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