Progesterona na Gestação: Prevenção de Parto Prematuro

INEP Revalida - Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos — Prova 2020

Enunciado

Uma gestante, no curso da 24.ª semana de gestação, comparece à consulta de rotina de pré-natal. Informa já ter tido um aborto com 7 semanas e um parto vaginal com 34 semanas. No momento, está sem queixas e apresenta exame físico dentro da normalidade. Traz consigo ultrassonografia gestacional que revela gestação única, tópica, com 24 semanas (corrigidas), feto com apresentação cefálica, placenta anterior e com grau zero de maturidade, quantidade de líquido amniótico e peso fetal normais para a idade gestacional, colo uterino fechado medindo 2,9 cm (valor de referência: > 2,5 cm). Apresenta também resultado de exame de urocultura que revela E. coli com 10⁵ Unidades Formadoras de Colônias. O médico prescreve cefalexina e progesterona para essa paciente. Nesse caso, a prescrição de progesterona se justifica porque a gestante apresenta

Alternativas

  1. A) bacteriúria assintomática, que é um fator de risco para parto prematuro.
  2. B) ultrassonografia gestacional que demonstrou um colo uterino curto.
  3. C) passado de um aborto precoce por insuficiência de corpo lúteo.
  4. D) histórico de parto prematuro.

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