HCB - Hospital de Amor de Barretos (antigo Hospital de Câncer) (SP) — Prova 2020
O preservativo masculino ou feminino deve ser oferecido às pessoas sexualmente ativas como um método eficaz para a redução do risco de transmissão do HIV e de outras infecções sexualmente transmissíveis, além de evitar gravidez. Está errado apenas que:
Distribuição de preservativos no SUS → sem restrição de quantidade ou exigência de documentos, visando acesso universal à prevenção.
A política de saúde pública no Brasil preconiza a distribuição irrestrita e gratuita de preservativos masculinos e femininos, sem exigência de documentos ou limites de quantidade, para promover o acesso universal à prevenção de ISTs e gravidez indesejada.
A prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) e da gravidez indesejada é um pilar fundamental da saúde pública. Os preservativos, tanto masculinos quanto femininos, são métodos eficazes e acessíveis para esse fim, sendo essenciais na promoção da saúde sexual e reprodutiva. A sua oferta e promoção são cruciais para reduzir a morbidade e mortalidade associadas a essas condições. O preservativo feminino, em particular, empodera a mulher, oferecendo uma opção de prevenção sob seu controle direto, o que é vital em contextos de vulnerabilidade e iniquidades de gênero. Ele permite que a mulher se proteja independentemente da cooperação do parceiro, contribuindo para a autonomia e a equidade nas relações sexuais. As políticas de saúde no Brasil, através do Sistema Único de Saúde (SUS), preconizam a distribuição gratuita e irrestrita de preservativos. Isso significa que não deve haver exigência de documentos de identificação nem restrições de quantidade para a retirada, garantindo o acesso universal e desburocratizado a esses insumos essenciais. A distribuição deve ser parte da rotina de atendimento, adaptada às necessidades individuais.
O preservativo feminino oferece à mulher maior autonomia sobre sua saúde sexual, permitindo a prevenção de ISTs e gravidez mesmo quando há dificuldade em negociar o uso do preservativo masculino com o parceiro.
Não, a distribuição de preservativos masculinos e femininos no SUS deve ser realizada sem exigência de documentos de identificação, visando facilitar o acesso e remover barreiras.
Não, a oferta e distribuição de preservativos deve ser feita sem restrições de quantidade de retirada, conforme a necessidade de cada pessoa, para garantir a prevenção contínua e eficaz.
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