FMP/UNIFASE - Faculdade de Medicina de Petrópolis (RJ) — Prova 2020
Pré-escolar de três anos foi trazido à Unidade de Pronto Atendimento devido a queda acidental na piscina com semi afogamento. A conduta mais eficaz para prevenir este tipo de acidente é:
Prevenção afogamento infantil → Barreiras físicas (tela/cerca) + vigilância constante.
A prevenção de afogamentos em crianças é multifatorial, mas a medida mais eficaz e de barreira primária é a instalação de cercas ou telas de segurança ao redor da piscina, impedindo o acesso não supervisionado. Boias e aulas de natação são complementares e não substituem a vigilância e as barreiras físicas.
A prevenção de acidentes é um pilar fundamental na pediatria, e o afogamento é uma das principais causas de morte acidental em crianças, especialmente na faixa etária pré-escolar. A compreensão das medidas preventivas mais eficazes é crucial para a orientação de pais e cuidadores, visando reduzir a morbimortalidade associada a esses eventos. A fisiopatologia do afogamento envolve a aspiração de líquido para as vias aéreas, levando à hipóxia, acidose e, em casos graves, parada cardiorrespiratória. O diagnóstico de semi afogamento requer atenção aos sinais de comprometimento respiratório e neurológico. A suspeita deve ser alta em qualquer criança resgatada de um ambiente aquático, mesmo que assintomática inicialmente. O tratamento inicial de um semi afogamento foca na estabilização das vias aéreas, respiração e circulação. O prognóstico depende da duração da submersão e da gravidade da hipóxia. A educação sobre segurança aquática, incluindo a importância da supervisão constante, o uso de coletes salva-vidas e a instalação de barreiras físicas em piscinas, é a estratégia mais eficaz para a prevenção.
A medida mais eficaz é a instalação de barreiras físicas, como cercas ou telas de segurança, que impeçam o acesso não supervisionado da criança à piscina.
Não, boias e aulas de natação são complementares. Elas não substituem a vigilância constante de um adulto e a presença de barreiras físicas de segurança.
Os principais fatores de risco incluem a falta de supervisão adequada, ausência de barreiras de segurança em piscinas e o acesso fácil a corpos d'água.
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