CEOQ - Centro Especializado Oftalmológico Queiroz (BA) — Prova 2018
São medidas de prevenção de afogamento todas as abaixo, EXCETO:
A superestimação da capacidade de nadar e a não utilização de coletes salva-vidas são grandes fatores de risco para afogamento.
A alternativa A é incorreta porque a superestimação da própria capacidade de nadar e a recusa em usar equipamentos de segurança, como coletes salva-vidas, são comportamentos de alto risco que aumentam drasticamente a chance de afogamento. A prevenção de afogamentos sempre enfatiza a prudência e o uso de dispositivos de flutuação.
O afogamento é uma das principais causas de morte acidental em crianças e jovens adultos globalmente, representando um sério problema de saúde pública. A prevenção é a estratégia mais eficaz e envolve uma combinação de medidas educacionais, comportamentais e ambientais. É fundamental que profissionais de saúde estejam cientes dessas diretrizes para orientar a população. As medidas preventivas incluem a supervisão constante e ativa de crianças por adultos responsáveis em qualquer ambiente aquático, a instalação de barreiras físicas como cercas e alarmes em piscinas, e a educação sobre segurança na água. O ensino de natação é uma habilidade vital, mas não substitui a supervisão e o uso de equipamentos de segurança. Um erro comum e perigoso é a superestimação da própria capacidade de nadar, levando à negligência no uso de coletes salva-vidas, especialmente durante a prática de esportes náuticos ou em águas abertas. Coletes salva-vidas são dispositivos essenciais de flutuação que podem salvar vidas ao prevenir a exaustão e manter a vítima na superfície, mesmo em situações inesperadas ou em caso de perda de consciência.
As principais medidas incluem supervisão constante e ativa de crianças por adultos, instalação de cercas e alarmes em piscinas, e o ensino de natação a partir de uma idade segura, geralmente após um ano de idade.
O colete salva-vidas é crucial para manter a flutuação e a cabeça acima da água, mesmo para quem sabe nadar, protegendo contra exaustão, correntes fortes ou impactos, sendo indispensável em esportes náuticos e embarcações.
A Academia Americana de Pediatria recomenda que crianças podem iniciar aulas de natação a partir de um ano de idade, mas a decisão deve ser individualizada, considerando o desenvolvimento da criança e a qualidade do programa.
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