Santa Casa de Ourinhos (SP) — Prova 2020
A PRINCIPAL substância responsável pela pressão oncótica do paciente no plasma é:
Albumina = principal determinante da pressão oncótica plasmática.
A albumina, uma proteína sintetizada no fígado, é a principal responsável pela pressão oncótica (ou coloidosmótica) do plasma. Essa pressão é crucial para manter o volume intravascular, impedindo o extravasamento de líquido para o interstício e a formação de edema.
A pressão oncótica, também conhecida como pressão coloidosmótica, é um conceito fundamental na fisiologia cardiovascular e renal, sendo frequentemente abordada em provas de residência. Ela representa a pressão osmótica exercida pelas proteínas plasmáticas, principalmente a albumina, que são incapazes de atravessar livremente a parede capilar. A manutenção de uma pressão oncótica adequada é vital para o equilíbrio hídrico entre os compartimentos intravascular e intersticial, prevenindo o edema generalizado. A albumina é a proteína mais abundante no plasma, sintetizada exclusivamente no fígado. Sua concentração plasmática é o principal determinante da pressão oncótica devido ao seu tamanho e carga. Além de sua função osmótica, a albumina atua como transportadora de hormônios, ácidos graxos, bilirrubina e muitos fármacos, influenciando sua biodisponibilidade e distribuição. Condições como insuficiência hepática, desnutrição grave ou perda proteica renal (síndrome nefrótica) podem levar à hipoalbuminemia. No contexto clínico, a avaliação da albumina sérica é crucial para o manejo de pacientes com edema, ascite ou choque. A compreensão do papel da albumina e da pressão oncótica é essencial para o raciocínio diagnóstico e terapêutico, especialmente na reposição volêmica e no tratamento de estados edematosos, sendo um tópico de alta relevância para a prática médica e exames.
A principal função da albumina é manter a pressão oncótica plasmática, regulando a distribuição de fluidos entre os compartimentos intravascular e intersticial, além de transportar diversas substâncias.
A hipoalbuminemia, ou baixa concentração de albumina, leva à redução da pressão oncótica, favorecendo o extravasamento de líquido para o interstício e resultando em edema, ascite e derrames cavitários.
A pressão oncótica é um dos quatro fatores do equilíbrio de Starling, que descreve o movimento de fluidos através das paredes capilares. Ela se opõe à pressão hidrostática, puxando o líquido de volta para o capilar.
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