HMMG - Hospital e Maternidade Municipal de Guarulhos (SP) — Prova 2025
A presença de placas pseudomembranosas branco-acinzentadas, aderentes, que se instalam nas amígdalas e invadem estruturas vizinhas é a manifestação clinica típica da difteria. Podemos indicar como correto que:
Placas pseudomembranosas da difteria podem ocorrer em qualquer mucosa ou pele lesada, incluindo faringe, laringe, nariz, conjuntiva, pele, genitais e umbigo.
A difteria, causada pelo Corynebacterium diphtheriae, é classicamente conhecida pelas placas pseudomembranosas na orofaringe. No entanto, é crucial lembrar que essas placas podem se formar em qualquer superfície mucosa ou pele lesada, incluindo locais como vulva, pênis (especialmente pós-circuncisão) e cordão umbilical, caracterizando formas de difteria não respiratória.
A difteria é uma doença infecciosa aguda causada pelo Corynebacterium diphtheriae, caracterizada pela formação de placas pseudomembranosas. Embora classicamente associada à orofaringe e laringe, a compreensão de suas manifestações clínicas vai além, sendo crucial para o diagnóstico diferencial em diversas situações. A doença é prevenível por vacinação, mas casos esporádicos e formas atípicas ainda ocorrem, especialmente em populações não vacinadas ou com cobertura vacinal incompleta. As placas pseudomembranosas são formadas pela ação da toxina diftérica, que causa necrose tecidual e inflamação. Elas são branco-acinzentadas, aderentes e podem sangrar se removidas. Embora a localização faríngea e laríngea seja a mais comum e grave (pelo risco de obstrução das vias aéreas), essas placas podem se desenvolver em qualquer superfície mucosa ou pele lesada. Isso inclui as fossas nasais, conjuntiva, conduto auditivo externo, e, de forma menos comum, mas clinicamente relevante, em áreas genitais (vulva, pênis pós-circuncisão) e no coto umbilical. O reconhecimento dessas localizações atípicas é fundamental para o diagnóstico precoce e o início do tratamento com antitoxina diftérica e antibióticos, prevenindo complicações graves como miocardite e neuropatia. A difteria cutânea, por exemplo, pode ser uma fonte de transmissão e é frequentemente subdiagnosticada. A vigilância epidemiológica e a manutenção de altas coberturas vacinais são essenciais para o controle da doença.
Além da faringe, as placas pseudomembranosas da difteria podem ser encontradas na laringe, fossas nasais, conjuntiva, pele (diftteria cutânea), vulva, pênis (especialmente após circuncisão) e no cordão umbilical.
O agente etiológico da difteria é o Corynebacterium diphtheriae. Ele produz uma toxina que causa necrose celular e inflamação, levando à formação das placas pseudomembranosas, que são compostas por fibrina, células necróticas, leucócitos e bactérias.
Sim, a difteria cutânea é uma forma da doença onde as placas pseudomembranosas se desenvolvem em lesões de pele preexistentes, como úlceras ou feridas. É mais comum em regiões tropicais e pode ser uma fonte de transmissão.
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