FESP - Fundação Escola de Saúde Pública de Palmas (TO) — Prova 2017
A prescrição médica, no Brasil, é normatizada por Leis Federais, Resolução nº 357/20015 do Conselho Federal de Farmácia e Código de Ética Médica, que determinam que:
Prescrição médica válida no Brasil = data + assinatura + CRM + nome completo do paciente + nome do fármaco (DCI) + posologia + via + duração.
A prescrição médica é um documento legal e deve seguir normas rigorosas para garantir a segurança do paciente e a responsabilidade do profissional. Elementos como data, assinatura e CRM são essenciais para sua validade e rastreabilidade.
A prescrição médica é um ato privativo do médico e um documento legal de grande responsabilidade, que deve seguir rigorosas normatizações no Brasil. Estas são estabelecidas por Leis Federais, resoluções de Conselhos Profissionais (como o Conselho Federal de Farmácia e o Conselho Federal de Medicina) e o Código de Ética Médica. O objetivo é garantir a segurança do paciente, a eficácia do tratamento e a clareza das informações. Entre os requisitos essenciais para a validade de uma prescrição, destacam-se a necessidade de ser legível, clara e sem rasuras. Deve conter o nome completo do paciente, o nome do fármaco (preferencialmente pela Denominação Comum Internacional - DCI), a concentração, forma farmacêutica, via de administração, dose, frequência e duração do tratamento. Além disso, são obrigatórios a data da emissão, a assinatura do médico e o número de seu registro no Conselho Regional de Medicina (CRM). O cumprimento dessas normas é crucial para evitar erros de medicação, garantir a dispensação correta dos fármacos e assegurar a responsabilidade ética e legal do profissional. A ausência de qualquer um desses elementos pode invalidar a prescrição, comprometendo o tratamento do paciente e expondo o médico a sanções.
Uma prescrição médica deve conter o nome completo do paciente, nome do fármaco (preferencialmente Denominação Comum Internacional - DCI), concentração, forma farmacêutica, via de administração, dose, frequência, duração do tratamento, data, assinatura do médico e número do CRM.
A legibilidade é fundamental para evitar erros de interpretação por parte do paciente ou do farmacêutico, prevenindo a administração incorreta de medicamentos e garantindo a segurança do tratamento.
O número do CRM (Conselho Regional de Medicina) identifica o médico responsável pela prescrição, conferindo-lhe validade legal e permitindo a rastreabilidade e a responsabilização profissional.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo