Preeclâmpsia Grave: Manejo e Conduta Obstétrica

HSL PUCRS - Hospital São Lucas da PUCRS (RS) — Prova 2017

Enunciado

Primigesta com 34 semanas de idade gestacional chega ao Centro Obstétrico com dor epigástrica, escotomas e cefaleia. A pressão arterial é 165/120 mmHg. Não está em trabalho de parto. A cardiografia de repouso é categoria 1. O índice proteinúria/creatininúria em amostra é 0,75, e o ácido úrico é 4,9 mg/dl. Além de solicitar provas para síndrome HELLP, qual é a conduta mais indicada?

Alternativas

  1. A) Como há sinais de eclâmpsia iminente, a cesariana deve ser feita de imediato.
  2. B) Existe sofrimento fetal inicial, e o parto deve ser induzido sob monitorização eletrônica. 
  3. C) Deve-se prescrever sulfato de magnésio, nifedipina ou hidralazina. Após estabilidade materna, interromper a gestação. 
  4. D) Deve-se prescrever repouso absoluto no leito, monitorar a pressão arterial de 4 em 4 horas e, se persistir elevada, iniciar a indução do parto.
  5. E) Deve-se prescrever sulfato de magnésio e enalapril. Interromper a gestação após 48h de corticosteroide, para amadurecimento pulmonar fetal.

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