HOC - Hospital de Olhos de Conquista (BA) — Prova 2016
Considere os itens que contêm os preditores de Bronquiolite Grave. I. Baixo peso ao nascer. II. Presença de fumo passivo. III. Atelectasias aos Raios X de tórax. É CORRETO, o contido em:
Preditores de bronquiolite grave incluem baixo peso, fumo passivo e atelectasias em RX.
A identificação precoce de fatores de risco como baixo peso ao nascer, exposição ao fumo passivo e achados radiológicos como atelectasias é crucial para prever a gravidade da bronquiolite e planejar a conduta, visando reduzir complicações e hospitalizações prolongadas.
A bronquiolite é uma infecção viral aguda das pequenas vias aéreas, comum em lactentes, com o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) sendo o principal agente etiológico. Embora a maioria dos casos seja leve e autolimitada, uma parcela significativa pode evoluir para quadros graves, necessitando de hospitalização e suporte respiratório. A identificação dos preditores de gravidade é crucial para o manejo adequado e a prevenção de complicações. Os fatores de risco para bronquiolite grave incluem condições intrínsecas do paciente, como baixo peso ao nascer (especialmente prematuridade), cardiopatias congênitas, doenças pulmonares crônicas (como displasia broncopulmonar) e imunodeficiências. Além disso, fatores ambientais como a exposição ao fumo passivo são importantes, pois comprometem a defesa das vias aéreas. Achados radiológicos como a presença de atelectasias no raio-X de tórax também indicam um curso mais severo da doença, refletindo obstrução brônquica e colapso pulmonar. O manejo da bronquiolite é principalmente de suporte, com foco na manutenção da hidratação e oxigenação. A avaliação contínua dos preditores de gravidade permite estratificar o risco e decidir sobre a necessidade de internação, monitorização intensiva e intervenções como oxigenoterapia e, em casos extremos, ventilação mecânica. A educação dos pais sobre a prevenção da exposição ao fumo passivo é uma medida fundamental de saúde pública.
Os principais fatores de risco incluem baixo peso ao nascer, prematuridade, cardiopatias congênitas, doenças pulmonares crônicas, imunodeficiências e exposição ao fumo passivo.
A radiografia de tórax pode revelar achados como hiperinsuflação, espessamento peribrônquico e atelectasias, sendo as atelectasias um preditor de maior gravidade e necessidade de internação.
A exposição ao fumo passivo irrita as vias aéreas, compromete a função mucociliar e aumenta a inflamação, tornando o lactente mais suscetível a infecções respiratórias graves e a um curso mais severo da bronquiolite.
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