FBHC - Fundação de Beneficência Hospital de Cirurgia (SE) — Prova 2019
Segundo o Caderno de Atenção Básica nº 32 do Ministério da Saúde, na atenção ao pré-natal de baixo risco, é CORRETO afirmar:
Pré-natal baixo risco (MS): consultas mensais até 28 semanas, quinzenais até 36 semanas, semanais até o parto.
As diretrizes do Ministério da Saúde para o pré-natal de baixo risco estabelecem uma frequência de consultas que se intensifica com o avanço da gestação. Inicialmente mensais, as consultas se tornam quinzenais e, posteriormente, semanais, visando monitorar de perto a saúde da gestante e do feto.
O pré-natal de baixo risco é um conjunto de ações e cuidados que visam garantir a saúde da gestante e do feto, identificando e prevenindo intercorrências. As diretrizes do Ministério da Saúde, especialmente o Caderno de Atenção Básica nº 32, são fundamentais para padronizar essa assistência no Brasil, com foco na atenção primária. A fisiopatologia da gestação envolve profundas adaptações fisiológicas maternas. O diagnóstico e monitoramento adequado durante o pré-natal são cruciais para identificar desvios da normalidade, como hipertensão gestacional, diabetes gestacional, anemias e infecções. A frequência das consultas é escalonada para permitir um acompanhamento mais intensivo à medida que a gestação avança e os riscos potenciais aumentam. O tratamento e manejo no pré-natal de baixo risco incluem orientações sobre alimentação, atividade física, suplementação (ferro, ácido fólico), vacinação e exames laboratoriais de rotina. O prognóstico é geralmente favorável com um pré-natal adequado, resultando em desfechos maternos e perinatais positivos. Pontos de atenção incluem a identificação precoce de sinais de alerta e a referência para serviços de maior complexidade quando a gestante deixa de ser de baixo risco.
Segundo o Ministério da Saúde, as consultas devem ser mensais até a 28ª semana de gestação, quinzenais da 28ª à 36ª semana, e semanais da 36ª semana até o parto.
O teste oral de tolerância à glicose (TOTG) para rastreamento de diabetes gestacional é recomendado entre 24 e 28 semanas de gestação, não entre 22 e 24 semanas como mencionado em uma alternativa incorreta.
Sim, a glicemia de jejum é um exame de rotina solicitado na primeira consulta pré-natal para rastreamento de diabetes pré-existente ou gestacional precoce, sendo um indicador importante da saúde metabólica da gestante.
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