Pré-eclâmpsia Superajuntada: Diagnóstico e Conduta na Gestação

SMS-SP - Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo — Prova 2017

Enunciado

Multípara de 37 anos inicia o pré-natal com PA de 140 x 90 mmHg e foi introduzido anti-hipertensivo alfa metildopa que chegou à dose de 1,5 g/dia na 34ª semana de gravidez. Na consulta com 34 semanas, a PA passou para 160 x 110 mmHg e a gestante havia ganhado 6 quilos em 3 semanas e apresentou edema de MMII de ++, de mãos e rosto, sem outros sintomas; a vitalidade fetal estava preservada. Frente a esse quadro apresentado, é correto afirmar que:

Alternativas

  1. A) Se desenvolveu na gestante uma pré-eclâmpsia superajuntada e ela deve ser internada. 
  2. B) Se deve aumentar a dose de alfa metildopa até a dose máxima, isto é, 2 g e associar pindolol, solicitar exames de pré-eclâmpsia e retorno em 7 dias para reavaliar.
  3. C) Houve agravo da hipertensão, que é crônica, pois é hipertensa desde o início do pré-natal, devendo ser internada para acerto de dose de anti-hipertensivo e programar a interrupção da gestação. 
  4. D) Se trata de pré-eclâmpsia grave, pois a PA é de 160 x 110 mmHg, devendo receber hidralazina IV e fazer cesárea.
  5. E) Se trata de pré-eclâmpsia grave, pois a PA é de 160 x 110 mmHg, devendo receber hidralazina IV, sulfato de magnésio e induzir o parto.

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