Pré-eclâmpsia Grave: Diagnóstico e Manejo Essencial

FBHC - Fundação de Beneficência Hospital de Cirurgia (SE) — Prova 2017

Enunciado

M.J.A., 19 anos, chega ao PS da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, com queixa de dor em baixo ventre, cefaleia e epigastralgia G2 P1N A0, IG (DUM) 29 sem, IG (USG 11 sem): 35 sem. Ao exame físico PA 180 x 120 mmHg; AU 31 cm; BCF 150 bpm; DU: presente (2/40-50''/10 min). Toque vaginal: colo médio, pérvio para 3-4 cm; cefálico; Bl. Exames laboratoriais: plaquetas 90.000/mm3; AST 70; ALT 78; Cr 1,1; Ur 50. Proteinúria de fita negativa. Nega uso de medicações. Ao observar o cartão de pré-natal observamos registros de 6 consultas com PA de 110 x 70 mmHg com 13 sem e valores similares até a consulta 15 dias atrás. Assinale o diagnóstico e a conduta mais adequados para o caso em questão:

Alternativas

  1. A) Síndrome hipertensiva gestacional - sulfato de magnésio, hidralazina, metildopa, corticoide.
  2. B) Pré-eclâmpsia grave - sulfato de magnésio, hidralazina, metildopa, condução do trabalho de parto após verificação de vitalididade fetal.
  3. C) Pré-eclâmpsia grave - sulfato de magnésio hidralazina, metildopa, corticoide, tocólise. 
  4. D) Hipertensão arterial crônica - sulfato de magnésio, hidralazina, metildopa, corticoide. 
  5. E) Hipertensão arterial crônica com pré-eclâmpsia grave sobreposta - hidralazina, metildopa, condução do trabalho de parto após verificação de vitalidade fetal.

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