Pré-Eclâmpsia Grave: Diagnóstico e Manejo Urgente

Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Campus Curitiba — Prova 2018

Enunciado

F.M.S, 28 anos, primigesta, com gestação atual de 36 semanas e 1 dia, passou em consulta na Unidade Básica de Saúde, sendo aferida pressão Arterial (PA) de 160 x 120mmHg. Foi encaminhada ao Pronto Atendimento Obstétrico, no qual relatou aumento de PA nas últimas semanas - em uso de medicação anti-hipertensiva (não lembra o nome). Durante consulta na emergência, referiu dor em hipocôndrio direito, escotomas e epigastralgia. Ao exame: PA 160x 110mmHg sentada e PA 160X110mmHg em decúbito lateral esquerdo, batimentos cardíacos fetais em 144 batimentos por minuto, movimentos fetais não perceptíveis, dinâmica uterina ausente e colo uterino impérvio. Edema em face +++/4+ e membros inferiores +++/4+. Cardiotocografia não tranquilizadora. Nessa paciente, a classificação e a conduta mais apropriada são, respectivamente, 

Alternativas

  1. A) pré-eclâmpsia grave, devendo-se iniciar medidas anti-hipertensivas e administração de sulfato de magnésio, além de indicar o parto terapêutico. 
  2. B) pré-eclâmpsia leve, devendo-se iniciar medidas anti-hipertensivas e administração de sulfato de magnésio, além de indicar o parto terapêutico. 
  3. C) pré-eclâmpsia grave, devendo-se internar, iniciar medidas anti-hipertensivas e manter conduta expectante. 
  4. D) eclâmpsia, devendo-se iniciar medidas anti-hipertensivas e administração de sulfato de magnésio, além de indicar o parto terapêutico. 
  5. E) eclâmpsia, devendo-se internar e manter conduta expectante.

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