Pré-eclâmpsia Grave: Diagnóstico e Critérios Clínicos

Centro Universitário do Espírito Santo - UNESC Colatina — Prova 2025

Enunciado

Uma primigesta com 35 semanas de gestação chega à emergência com dor epigástrica e pressão arterial de 170 x 115 mmHg. É internada e recebe hidralazina por via venosa. Após 30 minutos, a paciente continua com a pressão aumentada e os exames laboratoriais apresentam: Plaquetas: 72.000/mm³; Creatinina: 1,7 mg/dL; TGO: 132 U/L e TGP: 144 U/L; Proteinúria em fita + . Nesse quadro, o diagnóstico mais provável é:

Alternativas

  1. A) Hipertensão gestacional, já que não há proteinúria significativa para diagnóstico de pré-eclâmpsia.
  2. B) Síndrome HELLP, caracterizada pela elevação das enzimas hepáticas, trombocitopenia e hipertensão.
  3. C) Eclâmpsia, dada a pressão arterial elevada e dor epigástrica como sinais de alerta.
  4. D) Pré-eclâmpsia grave, pois há hipertensão severa associada a disfunções hepática e hematológica.
  5. E) Hipertensão crônica com superposição de pré-eclâmpsia, pois há elevação da pressão arterial e envolvimento renal.

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