Pré-eclâmpsia Grave no Termo: Conduta e Indução do Parto

AMRIGS - Associação Médica do Rio Grande do Sul — Prova 2019

Enunciado

Primigesta com 19 anos previamente hígida, com idade gestacional de 38+2 semanas e 3 consultas de pré-natal, é atendida em setor de emergência com queixa de epigastralgia, náuseas e vômitos. Ao exame, apresentava tensão arterial de 165 x 110 mmHg; FC de 88 bpm; TAx de 37,2°C; AU = 35 cm; BCF = 140 bpm; dinâmica uterina ausente; tônus uterino normal e toque vaginal com colo grosso, posterior e 1,5 cm de dilatação. Submetida a exames laboratoriais com os seguintes resultados: ácido úrico = 6,8; hematócrito = 32; hemoglobina = 12; plaquetas = 99.000; TGO = 165; creatinina = 0,8; relação proteinúria/creatinúria em amostra de 0,6. Foi realizada também cardiotocografia anteparto com resultado igual à categoria I. A conduta frente ao quadro, considerando a hipótese diagnóstica mais provável, é:

Alternativas

  1. A) Estabilização da tensão arterial com nifedipina e acompanhamento ambulatorial com exames laboratoriais seriados.
  2. B) Internação hospitalar para acompanhamento evolutivo com exames laboratoriais e solicitar eco doppler para avaliação de bem-estar fetal.
  3. C) Internação hospitalar, administração de sulfato de magnésio e interrupção da gestação por cesariana.
  4. D) Internação hospitalar, administração de nifedipina, sulfato de magnésio e interrupção da gestação pela via baixa com administração de análogos de prostaglandina ou sonda foley. 

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