Pré-Eclâmpsia Grave: Manejo de Emergência e Conduta Obstétrica

UFMA/HU-UFMA - Hospital Universitário da UFMA (MA) — Prova 2017

Enunciado

Primigesta, 17 anos de idade, procurou o setor de emergência obstétrica devido a mal-estar e diminuição da movimentação fetal há cerca de 8 horas. Nega perdas vaginais. Está com 34 semanas e 6 dias de gestação em uso de metildopa 250mg de 8/8horas desde a 30ª semana. Não trouxe a carteira de pré-natal. Refere que vinha tendo bom controle da pressão, segundo informações coletadas (SIC), queixa-se de cansaço físico e de inchaço em membros inferiores. Relata que hoje teve uma discussão familiar e desde então está com mal-estar, leve tontura, e o feto não se mexe como antes. Nega naúseas, vômitos e epigastralgia. Ao exame físico: AU: 32cm, BCF 132bpm regular, tônus uterino normal, dinâmica uterina ausente; PA: 170x120mmHg; colo uterino não avaliado. Sobre o manejo do caso clínico, assinale a alternativa INCORRETA:

Alternativas

  1. A) Realizar cardiotocografia, exames para rastreio de HELLP síndrome e iniciar o sulfato de magnésio.
  2. B) Administrar hidralazina endovenosa para melhorar os padrões da pressão arterial, solicitar doppler obstétrico, exames para rastreio de HELPP síndrome e iniciar o sulfato de magnésio.
  3. C) Avaliar a resolução da gestação, principalmente se os exames iniciais sugerirem HELLP síndrome, após comprovar a boa vitalidade fetal.
  4. D) Deve ser realizado cardiotocografia, administrado hidralazina venosa ou nifedipina sublingual e liberada para casa após 1 hora se a pressão arterial normalizar e se cardiotocografia categoria 1. Orientar retorno ao pré-natal e evitar situações de estresse. 
  5. E) Solicitar exames para rastreio de HELLP síndrome, administrar hidralazina venosa, fazer prevenção de eclâmpsia, otimizar a dose de metildopa e fazer avaliação da vitalidade fetal.

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