Pré-eclâmpsia Grave: Diagnóstico e Conduta Essencial
FBHC - Fundação de Beneficência Hospital de Cirurgia (SE) — Prova 2020
Enunciado
FMS, 28 anos, primigesta, com gestação atual de 36 semanas e 1 dia, passou em consulta na UBS com PA de 170x120 mmHg. Foi encaminhada ao pronto atendimento obstétrico, e relatado dor em hipocôndrio direito, escotomas e epigastralgia. Ao exame, PA de 170x120 mmHg, em decúbito lateral esquerdo, BCF de 144 batimentos por minuto, movimentos fetais não perceptíveis, dinâmica uterina ausente e colo uterino impérvio. Edema de face 3 cruzes em 4 e cardiotocografia não tranquilizadora. Nessa paciente, a classificação e a conduta mais apropriadas são, respectivamente,
Alternativas
A) Pré eclâmpsia grave, devendo-se iniciar medidas antihipertensivas e administração de sulfato de magnésio, além de indicar o parto terapêutico.
B) Pré eclampsia leve, devendo-se iniciar medidas antihipertensivas e administração de sulfato de magnésio, além de indicar o parto terapêutico.
C) Pré eclampsia grave, devendo-se iniciar medidas antihipertensivas e manter conduta expectante.
D) Eclampsia, devendo-se iniciar medidas antihipertensivas e administrar o sulfato de magnésio, além de indicar o parto terapêutico.
E) Eclampsia, devendo-se internar e manter conduta expectante.
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