Pré-eclâmpsia e Doppler Fetal: Quando Intervir?

CERMAM - Comissão Estadual de Residência Médica do Amazonas — Prova 2017

Enunciado

JRTL, 30 anos, gestante com 35 semanas de gestação, proveniente de Eirunepé, foi à maternidade pois não sente o bebê mexer há 3 dias. Ao exame físico, o fundo do útero media 30 cm, o feto estava cefálico, dorso à direita e o BCF foi de 120 bpm. A pressão arterial aferida foi 150 x 110 mmHg e após 1 hora 140 x 100 mmHg. Como tinha história prévia de eclâmpsia e a última consulta no pré-natal e ultrassonografia foi com 20 semanas. O plantonista resolveu solicitar um doppler. O exame evidenciou artérias umbilicais com diástole cheia (baixa resistência) e artéria cerebral média com diástole zero (alta resistência). Baseado nas informações acima, assinale qual a melhor conduta: 

Alternativas

  1. A) O doppler está normal, a paciente pode ser liberada.
  2. B) O doppler está alterado, a gestação deve ser interrompida.
  3. C) O doppler está normal. Conduta: basta controlar a pressão arterial da paciente (se necessário com internação).
  4. D) O doppler está alterado. Conduta: internar a paciente para controlar a pressão arterial que o doppler voltará a normalidade.

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