SMS Curitiba - Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba (PR) — Prova 2020
Pré-eclâmpsia tem como definição a hipertensão que ocorre após 20 semanas de gestação (ou antes, em casos de doença trofoblástica gestacional ou hidropsia fetal). Podemos concluir que as afirmações abaixo estão corretas EXCETO:
Pré-eclâmpsia: PA diastólica alvo < 105 mmHg, sistólica < 160 mmHg.
O objetivo do tratamento anti-hipertensivo na pré-eclâmpsia é prevenir complicações maternas graves, como AVC, mantendo a perfusão uteroplacentária. Manter a PA diastólica em torno de 100 mmHg é muito alto e pode levar a riscos, o ideal é abaixo de 105 mmHg e sistólica abaixo de 160 mmHg.
A pré-eclâmpsia é uma condição hipertensiva da gravidez que se manifesta após 20 semanas de gestação, caracterizada por hipertensão e proteinúria ou sinais de disfunção de órgãos-alvo. É uma das principais causas de morbimortalidade materna e perinatal globalmente, afetando cerca de 2-8% das gestações. O diagnóstico precoce e o manejo adequado são cruciais para melhorar os desfechos. O manejo da pré-eclâmpsia envolve a monitorização rigorosa da pressão arterial, avaliação da proteinúria (a relação proteína/creatinina urinárias é um método prático e sensível) e identificação de sinais de gravidade. A introdução de anti-hipertensivos é indicada para níveis de PA ≥ 150/100 mmHg ou ≥ 140/90 mmHg persistentes ou sintomáticos. O objetivo do tratamento não é normalizar a PA, mas sim reduzi-la para níveis seguros que previnam complicações maternas (especialmente AVC), sem comprometer a perfusão uteroplacentária. As metas geralmente são PA sistólica < 160 mmHg e diastólica < 105 mmHg. As complicações da pré-eclâmpsia podem ser devastadoras, incluindo insuficiência renal aguda, acidente vascular cerebral, edema agudo de pulmão, coagulopatias (como a Síndrome HELLP) e insuficiência hepática. O sulfato de magnésio é a medicação de escolha para a prevenção e tratamento de convulsões (eclâmpsia). A única cura definitiva para a pré-eclâmpsia é o parto.
Pré-eclâmpsia é definida por hipertensão (PA ≥ 140/90 mmHg) após 20 semanas de gestação, associada a proteinúria (≥ 0,3 g/24h ou relação proteína/creatinina ≥ 0,3) ou disfunção de órgão-alvo.
O objetivo da terapia anti-hipertensiva é prevenir complicações maternas graves, como acidente vascular cerebral, mantendo a pressão arterial sistólica entre 140-155 mmHg e a diastólica entre 90-105 mmHg.
As morbidades graves incluem insuficiência renal, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca, edema agudo de pulmão, coagulopatia (como a Síndrome HELLP) e insuficiência hepática.
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