HFASP - Hospital de Força Aérea de São Paulo — Prova 2020
Elencar a alternativa que apresenta os principais fatores de risco para o desenvolvimento da pré-eclâmpsia (PE) e as medidas de prevenção que devem ser realizadas durante o pré-natal.
Hipertensão crônica e DM são FR importantes para PE → controle rigoroso no pré-natal é essencial.
Hipertensão crônica e diabetes mellitus são fatores de risco bem estabelecidos para pré-eclâmpsia. O manejo adequado dessas condições durante o pré-natal, com controle rigoroso da pressão arterial e dos níveis glicêmicos, é uma medida preventiva fundamental.
A pré-eclâmpsia é uma síndrome multissistêmica de etiologia desconhecida, caracterizada por hipertensão e proteinúria após a 20ª semana de gestação, ou hipertensão com disfunção de órgão-alvo. É uma das principais causas de morbimortalidade materna e perinatal globalmente. A identificação precoce dos fatores de risco é fundamental para a estratificação e manejo. A fisiopatologia envolve uma placentação anormal que leva à disfunção endotelial sistêmica. Fatores de risco como hipertensão crônica e diabetes mellitus contribuem para essa disfunção vascular e inflamação. O diagnóstico é clínico, com monitoramento da pressão arterial e exames laboratoriais para avaliar função renal e hepática. A prevenção no pré-natal inclui o controle rigoroso de comorbidades pré-existentes, como hipertensão e diabetes, através de medicação e modificações no estilo de vida. Para gestantes de alto risco, a profilaxia com aspirina em baixas doses é recomendada. O manejo da pré-eclâmpsia estabelecida visa prevenir complicações maternas e fetais, incluindo o parto quando indicado.
Os principais fatores incluem hipertensão crônica, diabetes mellitus, história prévia de pré-eclâmpsia, doença renal, doenças autoimunes, obesidade, gestação múltipla e idade materna avançada.
O controle rigoroso de comorbidades como hipertensão e diabetes, uso de aspirina em baixas doses para pacientes de alto risco e suplementação de cálcio em populações deficientes são medidas eficazes.
Ambas as condições predispõem a disfunção endotelial e alterações vasculares placentárias, que são mecanismos chave na fisiopatologia da pré-eclâmpsia, aumentando o estresse oxidativo e a inflamação.
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