Pré-eclâmpsia: Rastreamento com Doppler da Artéria Uterina

HEAA-FMC - Hospital Escola Álvaro Alvim (RJ) — Prova 2016

Enunciado

Como e quando a ausência da 2ª onda de penetração trofoblástica pode ser rastreada para risco de pré-eclâmpsia?

Alternativas

  1. A) Ultrassonografia bidimensional - até 16 semanas;
  2. B) Cardiotocografia basal - 32 semanas;
  3. C) Dopplerfluxometria da artéria umbilical - 26 semanas;
  4. D) Dopplerfluxometria da artéria cerebral média - 28 semanas;
  5. E) Dopplerfluxometria da artéria uterina - 25 semanas em diante;

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