PICs no SUS: Conheça as Práticas Integrativas e Complementares

SMS Sinop - Secretaria Municipal de Saúde de Sinop (MT) — Prova 2019

Enunciado

Sobre as Práticas Integrativas e Complementares (PICs), no SUS, assinale a alternativa INCORRETA:

Alternativas

  1. A) A Política Nacional de Práticas Integrativas e complementares(PNPIC) no Brasil foi instituída em 2006.
  2. B) Em 2018 foram incluídas novas PICs na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC).
  3. C) Constelação Familiar, Medicina Antroposófica e Imposição de Mãos não são consideradas PICs.
  4. D) Ozonioterapia, geoterapia e crenoterapia são consideradas PICs.

Pérola Clínica

PNPIC no SUS inclui Constelação Familiar, Medicina Antroposófica e Imposição de Mãos (Reiki).

Resumo-Chave

A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS foi instituída em 2006 e expandida em 2018, incluindo diversas práticas. Constelação Familiar, Medicina Antroposófica e Imposição de Mãos (Reiki) são, sim, consideradas PICs oferecidas pelo SUS, tornando a alternativa que afirma o contrário INCORRETA.

Contexto Educacional

As Práticas Integrativas e Complementares (PICs) representam um conjunto de abordagens terapêuticas que buscam estimular os mecanismos naturais de prevenção de agravos e recuperação da saúde, com foco na integralidade do cuidado. No Brasil, a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) foi instituída em 2006, marcando um avanço significativo na incorporação dessas terapias no Sistema Único de Saúde (SUS). Desde sua instituição, a PNPIC tem sido expandida, com a inclusão de novas práticas ao longo dos anos. Em 2018, por exemplo, foram adicionadas 10 novas PICs, ampliando o leque de opções terapêuticas disponíveis para a população. Entre as práticas reconhecidas e oferecidas pelo SUS estão a Medicina Tradicional Chinesa/Acupuntura, Homeopatia, Fitoterapia, Termalismo/Crenoterapia, Medicina Antroposófica, Arteterapia, Ayurveda, Biodança, Dança Circular, Meditação, Musicoterapia, Naturopatia, Osteopatia, Quiropraxia, Reflexoterapia, Reiki (Imposição de Mãos), Shantala, Terapia Comunitária Integrativa, Yoga, Ozonioterapia, Geoterapia e Constelação Familiar, entre outras. É fundamental que os profissionais de saúde e estudantes estejam cientes da abrangência da PNPIC e das práticas que a compõem. O conhecimento sobre as PICs permite uma compreensão mais completa das opções de cuidado disponíveis no SUS e a capacidade de orientar os pacientes de forma adequada, promovendo uma abordagem mais holística e integrada à saúde.

Perguntas Frequentes

Quando a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) foi instituída no Brasil?

A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Brasil foi instituída em 2006, através da Portaria GM/MS nº 971, com o objetivo de integrar e regulamentar a oferta dessas práticas no Sistema Único de Saúde (SUS).

Quais PICs foram incluídas na PNPIC em 2018?

Em 2018, a PNPIC foi ampliada com a inclusão de 10 novas práticas, totalizando 29. Entre as incluídas estão a Constelação Familiar, Medicina Antroposófica, Imposição de Mãos (Reiki), Ozonioterapia, Geoterapia, Crenoterapia, Apiterapia, Aromaterapia, Bioenergética e Hipnoterapia.

Qual o objetivo das Práticas Integrativas e Complementares (PICs) no SUS?

O objetivo das PICs no SUS é ampliar as opções terapêuticas oferecidas à população, promover a saúde, prevenir doenças e contribuir para a recuperação de pacientes, utilizando abordagens que consideram o indivíduo de forma integral, em seus aspectos físicos, mentais, emocionais e sociais.

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