PNPIC: Práticas Integrativas e Complementares Oferecidas no SUS

HOS/BOS - Hospital Oftalmológico de Sorocaba - Banco de Olhos (SP) — Prova 2025

Enunciado

Considerando recomendações da Organização Mundial de Saúde e visando à melhoria dos serviços, o aumento da resolutividade e o incremento de diferentes opções preventivas e terapêuticas no SUS, o Ministério da Saúde aprovou a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, que inclui, dentre outras terapias, a

Alternativas

  1. A) homeopatia, a fitoterapia e a cromoterapia.
  2. B) homeopatia, a acupuntura e a apiterapia.
  3. C) fitoterapia, o termalismo social e a crenoterapia.
  4. D) acupuntura, o Reiki e a aromoterapia.
  5. E) cristaloterapia, a terapia do som e a acupuntura.

Pérola Clínica

A PNPIC do SUS, desde sua criação em 2006, inclui a fitoterapia, o termalismo social e a crenoterapia como práticas oficialmente reconhecidas.

Resumo-Chave

A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) foi instituída em 2006 para incorporar abordagens terapêuticas ao SUS. Fitoterapia e termalismo/crenoterapia são exemplos das práticas fundadoras da política, ao lado da acupuntura, homeopatia e medicina antroposófica.

Contexto Educacional

A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) foi instituída pela Portaria nº 971 de 2006 do Ministério da Saúde, com o objetivo de incorporar no Sistema Único de Saúde (SUS) abordagens de cuidado que ampliam a visão do processo saúde-doença. Essas práticas, também conhecidas como PICs, são baseadas em tecnologias eficazes e seguras, com ênfase na escuta acolhedora, no desenvolvimento do vínculo terapêutico e na integração do ser humano com o meio ambiente e a sociedade. Inicialmente, a PNPIC contemplava cinco práticas: Medicina Tradicional Chinesa/Acupuntura, Homeopatia, Plantas Medicinais e Fitoterapia, Medicina Antroposófica, e Termalismo Social/Crenoterapia. A fitoterapia utiliza plantas medicinais em suas diferentes formas farmacêuticas, enquanto o termalismo social/crenoterapia se refere ao uso de águas minerais com finalidades terapêuticas. Essas práticas representam a valorização de saberes tradicionais e a busca por um cuidado mais integral. Ao longo dos anos, a política foi expandida, e hoje o SUS oferece 29 Práticas Integrativas e Complementares, incluindo Reiki, Yoga, Meditação, Musicoterapia, entre outras. A inclusão dessas práticas visa aumentar a resolutividade do sistema e oferecer mais opções de cuidado, especialmente na Atenção Primária à Saúde, para a promoção, prevenção e recuperação da saúde.

Perguntas Frequentes

Quais foram as primeiras práticas incluídas na PNPIC em 2006?

As cinco práticas originais foram: Medicina Tradicional Chinesa/Acupuntura, Medicina Antroposófica, Homeopatia, Plantas Medicinais e Fitoterapia, e Termalismo Social/Crenoterapia.

O Reiki e a aromaterapia fazem parte da PNPIC?

Sim. Em 2018, uma portaria incluiu 10 novas práticas, entre elas o Reiki e a Aromaterapia, ampliando significativamente o rol de terapias ofertadas pela PNPIC no SUS, que hoje conta com 29 práticas.

Qual o objetivo da PNPIC no sistema de saúde brasileiro?

O objetivo é ampliar as opções terapêuticas e de cuidado, promover a saúde de forma integral e humanizada, e aumentar a resolutividade do SUS, valorizando o conhecimento tradicional e práticas seguras e eficazes.

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