UFRJ/HUCFF - Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (RJ) — Prova 2020
Em relação à eletrofisiologia cardíaca, observando a curva contendo um potencial de ação de uma célula ventricular, pode-se afirmar que na fase:
Fase 0 PA ventricular = despolarização rápida por influxo maciço de Na+ via canais rápidos de sódio.
A fase 0 do potencial de ação de uma célula ventricular é caracterizada por uma rápida despolarização, que é causada pelo influxo maciço de íons sódio (Na+) através dos canais rápidos de sódio. Este evento é responsável pelo início da contração miocárdica e pela propagação do impulso elétrico.
A eletrofisiologia cardíaca é um pilar fundamental para a compreensão da função do coração e das arritmias. O potencial de ação de uma célula ventricular é um evento elétrico complexo, dividido em fases distintas, cada uma mediada por movimentos específicos de íons através da membrana celular. A Fase 0, também conhecida como fase de despolarização rápida, é o evento inicial e mais dramático. Ela é desencadeada pela abertura dos canais rápidos de sódio (Na+), permitindo um influxo maciço de Na+ para o interior da célula, o que leva a uma rápida elevação do potencial de membrana. Este processo é crucial para o início da contração miocárdica. As fases subsequentes incluem a Fase 1 (repolarização parcial por efluxo de K+), Fase 2 (platô, com equilíbrio entre influxo de Ca++ e efluxo de K+), Fase 3 (repolarização rápida por efluxo de K+) e Fase 4 (potencial de repouso). O entendimento detalhado dessas fases e dos íons envolvidos é essencial para residentes de cardiologia, terapia intensiva e emergência, pois fundamenta o diagnóstico e tratamento de diversas condições cardíacas.
O potencial de ação de uma célula ventricular é dividido em cinco fases: Fase 0 (despolarização rápida), Fase 1 (repolarização parcial), Fase 2 (platô), Fase 3 (repolarização rápida) e Fase 4 (potencial de repouso).
A Fase 0, de despolarização rápida, é primariamente causada pelo influxo maciço de íons sódio (Na+) através dos canais rápidos de sódio, que se abrem quando o potencial de membrana atinge o limiar.
Na Fase 2, ou fase de platô, ocorre um equilíbrio entre o influxo de íons cálcio (Ca++) através dos canais lentos de cálcio e o efluxo de íons potássio (K+), mantendo o potencial de membrana relativamente estável por um período prolongado.
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