Posição Prona na SDRA: Melhorando a Oxigenação Pulmonar

UFRN/HUOL - Hospital Universitário Onofre Lopes - Natal (RN) — Prova 2022

Enunciado

Para responder à questão, considere o caso abaixo. Paciente de 35 anos, masculino, altura 1,80 m, peso 84 kg (peso previsto 76 kg), sem comorbidades, com relato de febre, tosse seca e odinofagia há 12 dias, foi ao pronto-socorro e realizou exame de RT-PCR para SARS-CoV-2 no 3º dia após o início dos sintomas, com resultado positivo. Há 48 horas, apresentou dispneia e dessaturação (SaO2 87% em ar ambiente), sendo inicialmente tratado com oxigenioterapia suplementar por cateter nasal. Posteriormente, teve piora importante da saturação (SaO2 56%), associada a taquidispneia (frequência respiratória = 37 irpm), sendo então submetido à intubação orotraqueal e iniciada ventilação mecânica invasiva, associada à sedação profunda e ao uso de bloqueador neuromuscular. Os parâmetros iniciais de ventilação mecânica foram: modo VCV, FiO2 80%, FR 18 irpm, Vc 450 mL, PEEP 10 cmH2O, Tin 0,95 s. Os dados de monitorização ventilatória foram: pressão de platô = 25 cmH2O e complacência estática = 33. Foi realizada radiografia de tórax que evidenciou opacidades difusas bilateralmente. A gasometria coletada após 30 minutos revelou o seguinte resultado: pH 7,29; PO2 107; PCO2 58; HCO3 25. Nesse caso, o manejo adequado para melhora da oxigenação deve incluir:

Alternativas

  1. A) hidratação venosa vigorosa, buscando um balanço hídrico positivo.
  2. B) sessões de posição prona por 16-20h.
  3. C) antibiótico profilático para evitar infecções secundárias.
  4. D) ECMO venoarterial.

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