HSJ - Hospital São José (PR) — Prova 2024
De acordo com a Portaria n° 2.528 de 19 de outubro de 2006, estão previstas na Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa as diretrizes:
PNASPI (Portaria 2.528/06) → Qualidade da atenção + Controle Social.
A Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNASPI), instituída pela Portaria nº 2.528/2006, visa garantir a qualidade da atenção à saúde do idoso e fortalecer o controle social, promovendo a participação da comunidade na gestão e fiscalização das políticas de saúde.
A Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNASPI), estabelecida pela Portaria nº 2.528 de 19 de outubro de 2006, é um marco fundamental para a saúde pública no Brasil, visando atender às crescentes demandas de uma população que envelhece rapidamente. Suas diretrizes buscam garantir uma atenção integral e de qualidade, promovendo um envelhecimento ativo e saudável, e assegurando os direitos dos idosos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre as diretrizes da PNASPI, destacam-se a promoção do envelhecimento ativo e saudável, a manutenção da capacidade funcional, a reabilitação, a atenção integral e integrada, e o provimento de recursos capazes de assegurar a qualidade da atenção à saúde da pessoa idosa. Além disso, a política enfatiza o estímulo à participação e fortalecimento do controle social, reconhecendo a importância da voz da comunidade na construção e fiscalização das políticas de saúde. Para residentes e profissionais de saúde, compreender a PNASPI é crucial para a prática clínica e para a gestão em saúde. Ela orienta a organização dos serviços, a formação de equipes multiprofissionais e a implementação de ações intersetoriais que impactam diretamente a qualidade de vida dos idosos, desde a prevenção de doenças até o cuidado paliativo, sempre com foco na autonomia e dignidade da pessoa idosa.
O objetivo principal é promover e proteger a saúde da pessoa idosa, garantindo sua autonomia, independência e participação na sociedade, por meio de uma atenção integral e de qualidade.
Controle social refere-se à participação da comunidade, por meio de conselhos de saúde e outras instâncias, na formulação, fiscalização e avaliação das políticas e ações de saúde, garantindo que as necessidades dos idosos sejam atendidas.
Os pilares incluem a promoção do envelhecimento ativo e saudável, a manutenção da capacidade funcional, a reabilitação, a atenção integral e integrada, e o provimento de recursos para assegurar a qualidade da atenção.
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