Política da Pessoa com Deficiência: Inclusão e Integralidade no SUS

IOG - Instituto de Olhos de Goiânia — Prova 2019

Enunciado

A Política Nacional da Pessoa com Deficiência, instituída por meio da Portaria nº1.060/02, está voltada para a inclusão das pessoas com deficiência em toda a rede de serviços do SUS. Julgue os itens a seguir. I. A implementação da diretriz de promoção da qualidade de vida das pessoas com deficiência compreende a mobilização da sociedade, visando assegurar a igualdade de oportunidades às pessoas com deficiência. II. A assistência integral à pessoa com deficiência pauta-se no pressuposto de que a pessoa com deficiência, além das necessidades de atenção à saúde especifícas de sua própria condição, é um cidadão que pode ser acometido por outras doenças ou agravos comuns aos demais, necessitando assim de outros tipos de serviços da rede.III. A implementação de estratégias de prevenção é fundamental para a redução de incidência de deficiências e das incapacidades delas decorrentes. Pode-se afirmar que:

Alternativas

  1. A) apenas os itens I e II estão certos.
  2. B) todos os itens estão certos.
  3. C) todos os itens estão errados.
  4. D) apenas os itens I e III estão certos.
  5. E) apenas o item I está certo.

Pérola Clínica

Política da Pessoa com Deficiência no SUS = inclusão, integralidade e prevenção em todos os níveis de atenção.

Resumo-Chave

A Política Nacional da Pessoa com Deficiência no SUS visa a inclusão plena, reconhecendo a integralidade do indivíduo (necessidades específicas e comuns) e a importância da prevenção de deficiências e suas incapacidades, mobilizando a sociedade para a igualdade de oportunidades.

Contexto Educacional

A Política Nacional da Pessoa com Deficiência, instituída pela Portaria nº 1.060/02, representa um marco importante para a inclusão e a garantia dos direitos das pessoas com deficiência no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Sua relevância clínica e social é imensa, visando assegurar que este grupo populacional tenha acesso equitativo e integral aos serviços de saúde, promovendo sua autonomia e qualidade de vida. A epidemiologia das deficiências no Brasil destaca a necessidade de políticas abrangentes e intersetoriais. Os princípios dessa política incluem a promoção da qualidade de vida, que envolve a mobilização social para garantir igualdade de oportunidades e o combate à discriminação. A assistência integral é um pilar central, reconhecendo que a pessoa com deficiência não é definida apenas por sua condição, mas é um indivíduo com necessidades de saúde diversas, que podem incluir tanto as específicas da deficiência quanto outras doenças comuns à população geral. A prevenção de deficiências e suas incapacidades é outra diretriz fundamental, abrangendo desde a atenção pré-natal até ações de saúde pública. Para o tratamento e prognóstico, a política preconiza uma abordagem multidisciplinar e intersetorial, envolvendo reabilitação, acesso a tecnologias assistivas e suporte psicossocial. Pontos de atenção para residentes incluem a compreensão da complexidade das necessidades de saúde das pessoas com deficiência, a importância da rede de apoio e a atuação do profissional de saúde como agente de inclusão e defesa de direitos, indo além do modelo biomédico.

Perguntas Frequentes

Quais são os pilares da Política Nacional da Pessoa com Deficiência no SUS?

Os pilares incluem a promoção da qualidade de vida com igualdade de oportunidades, a assistência integral que considera tanto as necessidades específicas quanto as comuns de saúde, e a implementação de estratégias de prevenção de deficiências e incapacidades.

Por que a assistência integral é crucial para pessoas com deficiência?

A assistência integral é crucial porque reconhece que a pessoa com deficiência é um cidadão que, além de suas necessidades específicas relacionadas à deficiência, pode ser acometido por outras doenças e agravos comuns, necessitando de acesso a toda a rede de serviços do SUS.

Qual o papel da sociedade na promoção da qualidade de vida das pessoas com deficiência?

A sociedade tem um papel fundamental na mobilização para assegurar a igualdade de oportunidades, combater o preconceito e promover a inclusão social, educacional e profissional das pessoas com deficiência, conforme diretrizes da política.

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