UFMT/HUJM - Hospital Universitário Júlio Müller - Cuiabá (MT) — Prova 2015
De acordo com a Política Nacional de Humanização (HumanizaSUS), a humanização deve ser tomada como estratégia de interferência no processo de produção de saúde, com a valorização dos diferentes sujeitos implicados nesse processo. Os princípios que norteiam essa política configuram-se como:
HumanizaSUS: Valoriza dimensão subjetiva e social, integrando atenção e gestão para compromisso.
A Política Nacional de Humanização (HumanizaSUS) busca qualificar o SUS através da valorização dos sujeitos envolvidos (usuários, trabalhadores e gestores). Seus princípios focam na integralidade, acolhimento, gestão participativa e na dimensão subjetiva e social do cuidado, promovendo a corresponsabilidade e a autonomia.
A Política Nacional de Humanização (PNH), conhecida como HumanizaSUS, foi lançada em 2003 com o objetivo de qualificar o Sistema Único de Saúde (SUS) e fortalecer os princípios da integralidade, equidade e universalidade. Ela propõe uma mudança nos modos de gerir e cuidar, buscando a valorização dos diferentes sujeitos implicados no processo de produção de saúde: usuários, trabalhadores e gestores. A humanização, nesse contexto, não é um programa isolado, mas uma estratégia transversal que deve permear todas as práticas e níveis de atenção. Os princípios que norteiam a PNH são fundamentais para a sua compreensão e aplicação. Entre eles, destacam-se a valorização da dimensão subjetiva e social em todas as práticas de atenção e gestão, o que implica em reconhecer o indivíduo em sua integralidade, considerando seus valores, desejos e contexto social. Outros princípios incluem a transversalidade (a humanização como política que atravessa todas as ações e instâncias do SUS), a indissociabilidade entre atenção e gestão (o cuidado e a gestão são interdependentes), e o fomento à autonomia e ao protagonismo dos sujeitos. A implementação da PNH envolve dispositivos como o acolhimento, a clínica ampliada, a gestão da clínica, a construção de equipes de referência e apoio matricial, e a gestão participativa. O objetivo final é promover um cuidado mais resolutivo, acolhedor e ético, que respeite as singularidades e fortaleça os vínculos, contribuindo para um SUS mais humano e eficiente.
Os eixos norteadores incluem a valorização da dimensão subjetiva e social, a gestão participativa e cogestão, a clínica ampliada e compartilhada, o acolhimento, e a defesa dos direitos dos usuários.
A política promove a valorização dos usuários, trabalhadores e gestores, estimulando sua autonomia e corresponsabilidade no processo de produção de saúde, através de práticas como o acolhimento e a gestão participativa.
A valorização da dimensão subjetiva e social reconhece que a saúde vai além da doença biológica, englobando aspectos emocionais, culturais e sociais do indivíduo, promovendo um cuidado mais integral e centrado na pessoa.
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