PNAB 2017: Mapa de Abrangência e Territorialização na UBS

UNIRG - Universidade de Gurupi (TO) — Prova 2020

Enunciado

Segundo a Política Nacional de Atenção Básica do Brasil (2017).

Alternativas

  1. A) um mapa de abrangência, com a cobertura de cada equipe, deverá estar afixado em local visível, próximo à entrada da Unidade Básica de Saúde.
  2. B) a modalidade de atenção conhecida como Equipe de Atenção Básica deve ser a estratégia prioritária, sendo composta de médicos, enfermeiros e auxiliares de enfermagem.
  3. C) o número de Agentes Comunitários de Saúde (ACS por equipe, em áreas de grande dispersão territorial, deverá ser definido de acordo com a base populacional, com número máximo de 550 pessoas por ACS.
  4. D) a população adscrita por equipe recomendada é de 3.000 a 4.500 pessoas, localizada dentro do seu território.

Pérola Clínica

PNAB 2017: Mapa de abrangência da equipe deve estar visível na UBS para territorialização.

Resumo-Chave

A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB 2017) enfatiza a territorialização como ferramenta essencial para o planejamento e a organização do trabalho das equipes. A afixação do mapa de abrangência em local visível na Unidade Básica de Saúde (UBS) garante transparência e facilita o acesso da população aos serviços de sua área.

Contexto Educacional

A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) de 2017, que substituiu a versão de 2012, é um documento fundamental para a organização e o funcionamento da Atenção Primária à Saúde (APS) no Brasil. Ela estabelece as diretrizes para as equipes de saúde, a estrutura das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e os princípios que regem o cuidado na porta de entrada do SUS. Para residentes e profissionais que atuam na APS, o conhecimento detalhado da PNAB é indispensável para uma prática alinhada às políticas de saúde vigentes. Um dos pontos cruciais da PNAB é a ênfase na territorialização e na adscrição de clientela. A obrigatoriedade de um mapa de abrangência visível na UBS reflete a importância de que tanto a equipe quanto a comunidade saibam claramente qual é a área de responsabilidade de cada equipe. Isso facilita o vínculo, a longitudinalidade do cuidado e o planejamento das ações de saúde, permitindo que as intervenções sejam mais direcionadas às necessidades específicas da população local. A PNAB também detalha a composição das equipes, como a Equipe de Saúde da Família (eSF) e a Equipe de Atenção Básica (eAB), e a atuação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), que são elos essenciais entre a UBS e a comunidade. Para a prática clínica, entender a PNAB significa compreender o papel da APS na rede de atenção à saúde, a importância da prevenção e promoção, e como as equipes devem se organizar para oferecer um cuidado integral e equitativo. Em provas de residência, questões sobre a PNAB são frequentes e podem abordar desde a composição das equipes até aspectos mais operacionais, como a territorialização e as atribuições dos diferentes profissionais. Dominar esses conceitos é crucial para uma atuação eficaz e para a aprovação em concursos.

Perguntas Frequentes

Qual a importância do mapa de abrangência na Unidade Básica de Saúde (UBS) segundo a PNAB 2017?

O mapa de abrangência é crucial para a territorialização, permitindo que a equipe de saúde conheça e organize sua área de atuação. Afixá-lo em local visível na UBS garante transparência para a população, que pode identificar facilmente a qual equipe pertence e onde buscar atendimento, facilitando o acesso e a vinculação.

Qual a população adscrita recomendada por equipe de Atenção Básica pela PNAB 2017?

A PNAB 2017 recomenda uma população adscrita de 2.000 a 3.500 pessoas por equipe de Atenção Básica, localizada dentro do seu território, com o objetivo de garantir a integralidade e a continuidade do cuidado. Em áreas de grande vulnerabilidade, esse número pode ser menor.

Qual a composição mínima de uma Equipe de Atenção Básica (eAB) e de uma Equipe de Saúde da Família (eSF) pela PNAB 2017?

A eAB pode ter composição flexível, mas a eSF, que é a estratégia prioritária, deve ser composta minimamente por médico (preferencialmente especialista em Medicina de Família e Comunidade), enfermeiro (preferencialmente especialista), auxiliar/técnico de enfermagem e Agentes Comunitários de Saúde (ACS). Outros profissionais podem ser adicionados conforme necessidade.

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