UFAM/HUGV - Hospital Universitário Getúlio Vargas - Manaus (AM) — Prova 2015
A Atenção Básica à Saúde (ABS) é normatizada pela portaria 2.488/2011. Referente ao processo de trabalho, a mesma fortalece alguns critérios. Assinale a alternativa que não esteja contemplada na Política Nacional de Atenção Básica.
PNAB: Atenção integral, gestão local, controle social, intersetorialidade. NÃO recomenda agenda por patologia/sexo.
A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) enfatiza a atenção integral e contínua, o apoio à gestão local e ao controle social, e o desenvolvimento de ações intersetoriais. A divisão da agenda por critérios de problemas de saúde, ciclos de vida, sexo e patologias é contrária aos princípios da integralidade e longitudinalidade da ABS, que preconiza o acolhimento da demanda espontânea e a organização da agenda baseada nas necessidades da população adscrita.
A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), normatizada pela Portaria 2.488/2011 (e atualizada posteriormente), estabelece as diretrizes para a organização da Atenção Básica à Saúde (ABS) no Brasil. A ABS é a porta de entrada preferencial do SUS e se caracteriza por ser o primeiro contato, longitudinal, integral e coordenado do cuidado, com foco na família e comunidade. O processo de trabalho na ABS é pautado por princípios como a integralidade, a longitudinalidade, a coordenação do cuidado e a participação social. Ele visa prover atenção contínua e organizada à população adscrita, fortalecer a gestão local e o controle social, e desenvolver ações intersetoriais para abordar os determinantes sociais da saúde. Um ponto crucial da PNAB é a organização da agenda. Diferente de modelos fragmentados, a PNAB não recomenda a divisão da agenda por critérios de problemas de saúde, ciclos de vida, sexo ou patologias. Pelo contrário, ela enfatiza o acolhimento da demanda espontânea e a flexibilidade para atender às necessidades da população, promovendo a integralidade e a acessibilidade do cuidado.
As características essenciais incluem a provisão de atenção integral, contínua e organizada à população adscrita, o apoio às estratégias de fortalecimento da gestão local e do controle social, e o desenvolvimento de ações intersetoriais.
A PNAB não recomenda a divisão da agenda por critérios de problemas de saúde, ciclos de vida, sexo ou patologias. Pelo contrário, ela incentiva a flexibilidade e o acolhimento da demanda espontânea, visando a integralidade do cuidado.
As ações intersetoriais são fundamentais para abordar os determinantes sociais da saúde, integrando projetos e redes de apoio social. Elas permitem uma abordagem mais abrangente e eficaz dos problemas de saúde da comunidade, indo além do cuidado clínico individual.
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