Pólipo de Vesícula Biliar: Seguimento Ultrassonográfico

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Uma mulher de 48 anos, sem comorbidades significativas além de hipertensão arterial controlada, comparece à consulta ambulatorial trazendo um exame de ultrassonografia de abdome total realizado para investigação de episódios ocasionais de flatulência e desconforto epigástrico inespecífico após refeições gordurosas. O laudo descreve uma vesícula biliar de paredes finas e regulares, sem evidência de cálculos ou lama biliar. Contudo, nota-se a presença de uma imagem hiperecogênica, séssil, fixa à parede da vesícula, medindo 7 mm em seu maior eixo, sem projeção de sombra acústica posterior. A paciente nega histórico de cólica biliar típica, icterícia ou colangite. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, abdome plano, ruídos hidroaéreos presentes, sem massas ou megalias, e sinal de Murphy negativo. Diante do achado ultrassonográfico e do quadro clínico apresentado, a conduta mais adequada é:

Alternativas

  1. A) Solicitar ecoendoscopia (EUS) para avaliação detalhada da camada muscular e exclusão de adenoma.
  2. B) Realizar acompanhamento com ultrassonografia em 6 meses e, se estável, anualmente por 5 anos.
  3. C) Prescrever ácido ursodesoxicólico para tentativa de dissolução do pólipo e repetir exame em 3 meses.
  4. D) Indicar colecistectomia videolaparoscópica devido ao risco de transformação maligna em pólipos sésseis.

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